Baga em congresso no final do mês

Baga – A Casta, o Vinho, a Região é o tema central do congresso que vai decorrer no auditório do Biocant Park, em Cantanhede, no próximo dia 30 de novembro, sexta-feira. Trata-se de um encontro de profissionais da atividade vitivinícola promovido no âmbito de uma parceria da autarquia cantanhedense com a revista Grandes Escolhas, a Adega Cooperativa de Cantanhede e as empresas Kompassus e Quinta de Baixo, tendo como objetivo fomentar a reflexão sobre as principais questões relacionadas com produção de vinhos a partir da casta identitária da Bairrada, entre as quais a organização das áreas de exploração, o ciclo vegetativo da vinha, características enológicas, estratégias comerciais e também o seu papel na afirmação da região do ponto de vista enoturístico.
Contando com o apoio da Comissão Vitivinícola da Bairrada e da Turismo Centro de Portugal, o evento irá desenrolar-se com base em intervenções de especialistas nacionais e internacionais, que serão o ponto de partida para debates que visam suscitar novas pistas sobre o enquadramento da Baga em aspetos como a vinha, investigação, zonagem, enologia, produto, comunicação e turismo.
A participação é gratuita, mas com inscrição prévia obrigatória (em inscricoes@grandesescolhas.com; tlf: 215800478) sendo sujeito a pagamento o jantar final no restaurante Marquês de Marialva (25 euros) e a Masterclass BAGA (10 euros), orientada por Luís Lopes, a realizar no dia seguinte, 1 de dezembro, a partir das 10H00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Cantanhede.
A 30 de novembro, a abertura do congresso está agendada para as 10h00, com uma mensagem de boas-vindas da presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, após o que serão apresentadas comunicações sobre Viticultura: a Baga na Vinha, por César Almeida (DRAP-Estação Vitivinícola da Bairrada), Investigação: O Apuramento da Casta, por Antero Martins e Elsa Gonçalves (Instituto Superior de Agronomia), e Zonagem: Os Terroirs da Bairrada, por Francisco Antunes (Aliança Vinhos), e João Soares(Caves Messias) todas com debate no final.
À tarde os trabalhos recomeçam com uma mesa redonda sobre Enologia: Interpretar a Baga na Adega, com os enólogos e produtores Anselmo Mendes (Kompassus), Luís Pato, Mário Sérgio Nuno (Quinta das Bágeiras), Osvaldo Amado (Adega Cooperativa de Cantanhede) e Sérgio Silva (Quinta de Baixo), seguida de uma intervenção centrada em Produto: Baga-Bairrada, Um Caso de Sucesso, por Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada. Comunicar: A Importância da Baga como Fator de Identidade Regional é o tema a desenvolver por Dirceu Vianna Júnior (Master of Wine), a anteceder uma alocução do presidente do Turismo do Centro, Pedro Machado, sobre A Bairrada como Destino e Produto Turístico, estando o final dos trabalhos previsto para 18h30 com a apresentação das conclusões.
O congresso Baga – A Casta, o Vinho, a Região insere-se num projeto de divulgação do concelho de Cantanhede enquanto terroir de excelência desta variedade da Bairrada que está na origem de vinhos que têm vindo a merecer crescente reconhecimento nacional e internacional.

Gastronomia de Bordo no Gafanhoto (Gafanha da Encarnação)

O Gafanhoto é uma casa junto às Escolas (dai o nome da rua…) e do Pavilhão Desportivo. Para lá chegar, duas hipóteses, ou pela Estrada da Mota e depois da rotunda da Teka/Heliflex vira na primeira à esquerda até chegar ao pavilhão desportivo e aí vire à direita ou então, na rua principal da Gafanha da Encarnação, vire à esquerda quando notar o stand da Graçamotor. Pergunte e lá chegará.

Com estacionamento fácil, a perdição é logo na(s) entradas. Há quem nem “coma”, só “petisque”. O Paulo e a Gina apostam em produtos frescos – é habitual um cliente ouvir o “não temos” quando a qualidade não é a mesma – e os produtos da ria são deliciosos – noutras ocasiões não perca oportunidade de provar os berbigões, ameijoas e… bem, tudo o resto.

Mais uma vez fomos fazer a experiência gastronómica e, como “gato escaldado”… dizeram-nos que era obrigatório sermos dois a fazê-la. Como eramos exatamente dois, fomos por ai mas por prazer e gula, pedimos umas ostras ao natural de entrada… Estavam deliciosas, servidas com um vinagrete à parte e gomos de limão para tempero. A acompanhar, um flute de espumante Quinta das Bageiras Bruto Branco 2016, a copo, que o resto do menu vinha já a seguir.

A experiência vem com as ovas cozidas, temperadas com pimenta, alho e azeite em tosta seguida da patanisca de bacalhau, achatada, quentinha. a saber ao produto e não apenas ao restante… Com essas duas entradas (mais as ostras) já degustadas, pedimos uma garrafa de Quinta dos Abibes Sauvignon Blanc 2016 para acompanhar a Feijoada de Samos. O tempero puxou o copo, com os samos em boa compaia leguminosa e cheia de tudo o que uma feijoada merece, desde a cenoura à chouriça caseira.

Quando chega o Bacalhau à Gina, uma posta grande – sem dúvida grande – do mesmo, de boa qualidade, feita com primor, a lascar e vinda do forno com a batata e ainda umas migas ao lado… quase que nos arrependemos de ter comigo a feijoada toda 🙂

Derrotados com tanto sabor e quantidade, nem fomos à sobremesa. Pedimos um café e chegámos à conclusão que no Gafanhoto, só se consegue comer bem. Mas é preciso ter apetite para tudo 🙂 Vale a visita, no mínimo duas ou três vezes, e só para conhecer as especialidades. Nota final para a carta de vinhos, a mais completa dos três locais que visitamos. Desde a Bairrada às outras regiões, e com espaço para os Grandes Tintos e Brancos, também ai estamos em casa!

Restaurante O Gafanhoto

Rua da Escola, 21

3830-470 Gafanha da Encarnação

GPS: 40°36’16.6″N 8°43’44.5″W

Google Maps: 40.604608, -8.729022

Horário semanal: terça-feira a sábado entre as 12h00 e as 15h00 e entre as 19h00 e as 22h00, domingos entre as 12h00 e as 15h00. Encerramento semanal à segunda-feira.

Telefone para reservas: (+351) 933 293 713 ou (+351) 234 367 673

E-mail: paulorestauranteogafanhoto@hotmail.com

Gastronomia de Bordo no Maradentro (Ílhavo)

Restaurante situado no centro de Ílhavo, numa transversal da rua principal de acesso às Gafanhas e junto ao Cais da Malhada, o Maradentro tem uma sala simples e eficaz, e pretende – o desenho do nome, da carta e dos próprios vinhos assim o indica – apostar no Mar, no peixe e no Bacalhau.

Apostei mais uma vez na experiência gastronómica, que contemplava os vários momentos da refeição. As entradas, servidas com requinte, continham um azeite de Valpaços com extra acidez e flor de sal, um paté de bacalhau caseiro e ovas cozidas do mesmo, com pimentas de boa consistência. A acompanhar, um saquinho de pão com folar de Vale de Ílhavo, entre outras abordagens – broa, etc, que conjugaram de forma perfeita. Nesta primeira fase, acompanhei as entradas e a Chora com um espumante bairradino, o Quinta das Bageiras Bruto 2016 que esteve em óptimo nível.

A dita “Chora” de Bacalhau – cada restaurante ou local onde a coma irão contar uma versão de como era feita e razão do nome, desde a “lágrima”, o líquido que a cabeça do dito expulsava até às saudades dos pescadores nos seus dóris… – costuma variar entre uma versão bem pobre, em que uns fiapos e partes menos nobres (espinhas, peles, etc) do peixe em azeite ou, como a servida, mais “rica”, com arroz, hortelã e salsa. Mais feita ao estilo das mulheres dos pescadores.

Como prato principal, o arroz de brisa com línguas de bacalhau. Para quem conhece, é um arroz de grelos com línguas de bacalhau bem saborosas e tenras, soltinho, no ponto, e com uma quantidade no tachinho que daria claramente para dois!

Aproveitámos o ensejo para provar um vinho que entrará na carta para a próxima semana e que acompanhou de forma magnífica os dois momentos principais: falo do Fonte do Ouro Reserva Especial Encruzado 2017. Um acompanhamento imprescindível, embora a carta tenha outros momentos de prazer, a preços justos.

E já satisfeito, ainda tinha pela frente o Abafadinho de Bacalhau. O nominativo ilhavense para um tachinho de caldeirada de bacalhau, com o gadus morhua islandês a ser uma posta do cachaço do bacalhau, e de todos os tradicionais acompanhamentos de uma caldeirada: as batatas, pimento, tomate, salsa e umas fatias de pão no tomate.

Já no campo da lúxuria, provou-se as Papas de Abóbora, sem a coloração habitual (devido a uso da canela e do vinho do Porto) mas de sabor característico e onde os frutos secos, postos por cima, davam um toque crocante muito agradável.

E se ainda não pensássemos mais em bacalhau, o café, acompanhado de um biscoito em forma de bacalhau lembrar-no-ia que estávamos numa casa em que o rei de Ílhavo quer estar presente de todas as formas!

Em resumo, uma casa que com um ou dois pequenos ajustes – os tachinhos precisam ser mais bonitos pois o conteúdo merece – pode ter a vida e a frequência de quem quer conhecer o Bacalhau nas suas diversas formas – eles têm um menu de degustação que é para duas pessoas, claramente, pelas quantidades experimentadas no decorrer do Festival!

 

Restaurante Maradentro

Rua da Malhada, 2A

3830-141 Ílhavo

GPS: 40°36’21.5″N 8°40’32.5″W

Google Maps: 40.605981, -8.675696

Horário semanal: Quarta a segunda-feira: almoços entre as 12h00 e as 15h00 e jantares entre as 19h00 e as 22h30.

Telefone para reservas: (+351) 910 497 439

E-mail: rsvp@maradentro.restaurant

E-mail: info@maradentro.restaurant

Gastronomia de Bordo no Salsus (Praia da Barra)

Para quem não conhece o Salsus, chegar a ele não tem nada que saber… vamos na avenida de entrada na Barra, e na penúltima à direita (basta ver quando se está perto do Mercado, virar ai. Simples. O GPS também resulta, para os neófitos da terra.

O Salsus é um restaurante despretensioso, que aposta em servir os seus clientes – muito dos quais conhecidos, oriundos, durante a semana, do tecido industrial gafanhense e ao fim de semana do tecido industrial aguedense – como se… estivessem em casa. Pratos eficazes, com uma aposta clara nos peixes frescos e para os quais tem duas inovações importantes: peixes identificados na montra e preços não por kg mas sim por porção, evitando a obrigatoriedade da matemática aplicada para o cliente 🙂

Há pratos do dia, correctamente identificados e a carta de vinhos, curta, serve o propósito. Quase todas as regiões representadas, com vinhos facilmente reconhecíveis e a preços modestos. Para o menú que iria degustar aproveitei a opção pela Beira Interior, por um Quinta do Cardo 2016, um 100 por cento Síria que esteja perfeitamente à altura de todos os pratos!

No âmbito do Festival de Gastronomia de Bordo, experimentou-se o menu sugerido, que incluia duas entradas: as ovas cozidas e o guisado de samos de bacalhau sendo o prato principal o lombo de bacalhau na brasa com grelos. Tivemos a oportunidade de provar, igualmente, uma especialidade: a tortilha de bacalhau à Ti Arminda. Esta tortilha é um bom exemplo de um prato simples, em que a cebola, ovos, salsa e bacalhau transformam num bom almoço.

As ovas de bacalhau estavam feitas de forma simples, cozidas, com bom sabor a alho e abundante azeite, com dois pequenos gomos de limão à mão de semear para tempero a gosto. Com uma pedra de sal, ficariam excelentes.

O Guisado de Samos de Bacalhau demonstrou duas evidências: samos de alta qualidade, de origem islandesa, e um trabalho na cozinha onde a conjugação da massa, do tomate do picante produziu um pratinho de “massada de samos” muito agradável à vista e ao paladar.

Fico com pena que este prato (de guisado de samos) não esteja na carta…

Por fim, o lombo de bacalhau na brasa estava no ponto, quer de demolha quer de brasa. E igualmente no tamanho, que alguns restaurante abusam, quer seja por excesso ou diminuta quantidade. Aqui estava tudo certo. Os grelos, claramente de nabiça, conjugaram com as batatase o azeite. Para ficar bem satisfeito. Já sem vontade nenhuma, devido ao menu vasto e de qualidade, alinhámos na sugestão da casa, e o cheesecake comportou-se muito bem!

Resumindo, o Marco António, nome a fazer juz a Salsus, de seu nome Marco António Vinagre tem aqui uma casa onde se come… como se estivesse em casa e quisesse um peixinho. Comida caseira, verdadeiramente de conforto, e que vale a pena visitar. E comer.

*Refeição a convite da C.M. Ílhavo, no âmbito do Festival de Gastronomia de Bordo

 

Restaurante Salsus

Avenida Vasco da Gama, 22, Praia da Barra

3830-752 Gafanha da Nazaré

GPS: 40°38’29.2″N 8°44’44.7″W

Google Maps: 40.641451, -8.745750

Horário semanal: terça-feira a sábado entre as 12h30 e as 14h30 e as 19h30 e as 21h30. Domingos entre as 12h30 e as 14h30.

Telefone para reservas: (+351) 234 369 120

Magnum Wine Radio 205 – Enophilo, Bairrada e Monção e Melgaço animam fim de semana do Porto

Já leram hoje muito sobre o Enophilo, do Bairrada no Porto também já tínhamos escrito e finalmente surge, embora para profissionais, a segunda edição do Monção e Melgaço a “ligarem-se” aos sabores de Outono.

Seis chefs, doze produtores, 24 estilos de vinhos feitos em Monção e Melgaço. Nós prometemos meter inveja nos dias a seguir aos eventos!

Até lá, ouçam o podcast de hoje!

Enóphilo Wine Fest anima sábado a Alfândega do Porto

O Centro de Congressos da Alfândega do Porto recebe no próximo sábado, dia 18 de Novembro,  a terceira edição do ENÓPHILO WINE FEST.

Este evento vínico tem vindo a crescer e apresenta-se no dia 17, este sábado, com nova configuração: dois espaços novos para receber um milhar de enófilos, uma criteriosa seleção de vinhos, três Provas Especiais e, pela primeira vez, a presença de iguarias gastronómicas, com a inspiração de quatro chefes de cozinha.

Foi na edição de 2017, no Porto, que o evento vínico “Wine Fest” ganhou a marca “Enóphilo” e uma nova imagem. A terceira edição ENÓPHILO WINE FEST PORTO 2018 acontece já este sábado e promete reunir cerca de um milhar de enófilos que poderão provar mais de 300 referências de vinhos portugueses, selecionados por Luís Gradíssimo, o organizador.

No próximo sábado, dia 17 de novembro, entre as 15 e as 20 horas, vai realizar-se a terceira edição ENÓPHILO WINE FEST, na Sala dos Despachantes, logo à entrada do Centro de Congressos da Alfândega do Porto, e estarão mais de 300 vinhos em prova, de cerca de 50 produtores das diversas regiões de Portugal. Pela primeira vez o ENÓPHILO WINE FEST PORTO conta com quatro espaços gastronómicos, quatro estações “finger food”, onde os participantes poderão saborear as iguarias de quatro chefes de cozinha: presuntos e queijos de Portugal com a assinatura do Chef Vítor de Oliveira; carapau da nossa costa, pela Chef Margarida Rego; a carne Marinhoa DOP pela inspiração do Chef Filipe Lema; e os deliciosos doces conventuais de Coimbra, com o Chef Paulo Queirós. “Desejamos proporcionar a todos os enófilos uma tarde intensa de provas, vínicas e gastronómicas, que se traduzam numa experiência entusiasmante e que muito contribua para um melhor hábito de consumo de vinhos, de maior qualidade e exigência, seja em casa ou no restaurante”, destaca Luís Gradíssimo que também refere as três provas especiais:  “Uma década de Blanc de Noirs da Kompassus” (15h30); “Quinta do Regueiro: A evolução do Primitivo” (17h00); e “Czar, mais de 500 anos de história” (18h30).

Os bilhetes estão disponíveis em www.ticketline.sapo.pt  e tem um custo de 10€ em pré-venda (até sexta-feira) e 15€ no próprio dia.  A organização empresta um copo Schott Zwiesel para a prova de todos os vinhos e para cada uma das três provas especiais há o bilhete de 25€ que não inclui o acesso ao evento (lugares são limitados); e há ainda o “Pack Enóphilo”, para verdadeiros enófilos, com tudo incluído.

Para os mais curiosos, eis a lista dos produtores confirmados:

Produtores presentes no Enophilo Wine Fest Porto 2018

Vinho Verde: Quinta do Regueiro; Vinho Verde Young Projects (Vale dos Ares, Quinta de Santiago, 100 Igual, Cazas Novas); Quinta de PaçosLand Soul Terrunho / Quinta das Fontes;Quinta do Ferro e Quinta do Outeiro.

Douro: Quinta da Costa do Pinhão; Quinta da Rede; António Maçanita Winemaker; Vinilourenço; Titan of Douro; Somnium; Vieira de Sousa (Douro e Porto) e Blackett (Vinhos do Porto).

Trás-Os-Montes: Quinta do Gago; Romano Cunha; Do Joa; Quinta de Arcossó; PP Wines – Vinhos e Consultoria.

Távora- Varosa: Família Hehn.

Bairrada: KompassusQuinta dos AbibesQuinta da Lagoa VelhaQuinta das BágeirasLuís Gomes.

Dão: Quinta Vale do CestoQuinta de Lemos; Quinta do Mondego; PP Wines – Vinhos e Consultoria.

Beira Interior: Quinta do Cardo.

Tejo: Casa CadavalQuinta do Arrobe.

Lisboa: InfinitudeQuinta de PancasVilla OeirasQuinta do RolQuinta do Lagar Novo.

Península de Setúbal: Herdade do CebolalQuinta do Piloto.

Alentejo: Joaquim ArnaudVinha das VirtudesAntónio Maçanita Winemaker; Nunes BarataHerdade do Arrepiado Velho.

Açores: Czar; António Maçanita Winemaker.

Magnum Wine Radio 204 – A serena Vinha Paz do Dão

Henrique Moniz é o atual gestor do projeto “Vinha Paz” e o filho de António Canto Moniz, o médico do Porto que manteve a tradição familiar ligada ao vinho, no coração do Dão.

Vinha Paz é o vinho sereno, confiante no seu terroir, e que nos dá a conhecer o que é o vinho do Dão. Blends desde sempre, com um Vinha Othon que todos deveriam conhecer, este é um projeto pequeno que o Henrique nos dá a conhecer no podcast!

Magnum Wine Radio 203 – Terminar as Galas Gastronómicas da Bairrada em grande forma!

O Gustavo Maya e toda a equipa do Hotel Paraíso fecharam com chave de ouro as Galas Gastronómicas das Estrelas da Bairrada com uma quinta edição que contaram com 7 chefs oriundos ou com fortes ligações à Bairrada e com sete espumantes de sete produtores. Na cozinha estiveram os chefs Armindo Alves, Bernardo Calvo, Eduardo Maya, Flávio Silva, Gerson Oliveira, Nuno Cabral e Waldeci Marreiros e na mesa acompanharam sete produtores da Bairrada, com sete espumantes bairradinos.
Casa do Canto
Caves da Montanha
Declynio
Fernando Martins
Quinta dos Abibes
Quinta do Alvadeo
Quinta do Rifas
No final, os presidentes da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro e de Vagos, secundaram o desejo de Jorge Sampaio, Presidente da Associação Rota da Bairrada, que desafiou a organização a continuar o projecto. Da nossa parte, damos os parabéns a todos os envolvidos. Sucesso! Nas fotos abaixo, a descrição dos pratos e espumantes

Gastronomia a Bordo anima Ílhavo entre 14 e 18 de Novembro

De 14 a 18 de novembro, Ílhavo embarca numa aventura de degustação, que nos remete para as longas campanhas de pesca do Bacalhau nos mares gélidos do Atlântico Norte.

Durante o festival será também possível “mergulhar” no património gastronómico nacional, através de visitas a estaleiros, museus, fábricas, lotas, navios e também a outros equipamentos de transformação e preparação alimentar. O Festival Gastronomia de Bordo apresenta-se, assim, numa homenagem à cozinha tradicional portuguesa, e bacalhoeira, tendo como “porto seguro” catorze restaurantes do Município de Ílhavo, num modelo contemporâneo e inovador, suportado nos sabores e nas tradições a bordo dos bacalhoeiros projetados em experiências e especialidades gastronómicas únicas e particulares.

O Festival Gastronomia de Bordo projeta para os dias de hoje a gastronomia, tradicionalmente produzida a bordo das embarcações de pesca longínqua. Exemplo disso é a famosa Chora, uma sopa feita com a cabeça do bacalhau que deu mote a alguns ditos entre os homens nos navios “quem come chora, tem de cá voltar!”.

Eram servidos pratos como a feijoada de chispe, feijão assado, caldeirada de espinhas de bacalhau, bacalhau frito, o “pão da pana” e o “queque dos domingos”, entre outros, comida retemperante para climas hostis e mares inóspitos enfrentados por heroicos pescadores…

Às memórias gastronómicas de bordo não serão alheios os processos tradicionais de conservação dos produtos da pesca: a “cura tradicional portuguesa”, o peixe fresco, a salga, a seca e as conservas.

Sentidos de Mar – Programa

Restaurantes aderentes:

» A Praia do Tubarão

» Bela Ria

» Canastra do Fidalgo

» Cantina Bar da Lota

» Duna do Meio

» Estrela do Mar

» Maradentro

» Marisqueira Barra

» Marisqueira da Costa Nova

» Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel

» O Gafanhoto

» O Navegante

» Salsus

» Traineira

Experiencias e Especialidades

 

Magnum Wine Radio 202 – Conhecer Sobreiró de Cima

Há marcas super conhecidas. Há marcas de nicho. Há marcas que fazem centenas de garrafas, de pequenas parcelas. E há marcas que sabem que, saindo de Trás-os-Montes, têm que passar pelo teste de reconhecimento. É isso que a Quinta de Sobreiró de Cima está a fazer. A querer ser alguém, que neste momento tem vinhos bem feitos, gastronómicos, apetecíveis e que apresentam uma boa relação preço-qualidade. Fiquem a saber mais sobre o projecto no episódio desta noite!