Magnum Wine Radio 162 – Os vinhos do Álvaro Martinho Lopes

Pode não conhecer o Álvaro Martinho Lopes mas é muito provável que já tenha bebido vinhos onde esteve apaixonado viticultor do Douro colocou, literalmente a mão. O viticultor da Quinta das Carvalhas, da Real Companhia Velha, apoia o Jorge Moreira nos seus projetos pessoais e também na La Rosa e… também tem vinhos de produção própria: Mafarrico e Maquia. vinhos a provar, pessoa fantástica a conhecer!

Magnum Wine Radio 161 – os 22 anos da Garrafeira 5 Estrelas

A Garrafeira 5 Estrelas comemorou de forma entusiástica os seus 22 anos com um jantar bem animado no Montebelo Vista Alegre, aproveitando a ocasião para entregar os prémios que o seu público deu aos melhores produtores, enólogos, enfim, à fileira do vinho. Estamos a falar sempre de produtores e enólogos que se deslocaram à Garrafeira, no âmbito das 46 provas realizadas em 2017.

Os nomeados levaram para casa os diplomas sendo os troféus para os vencedores. Eis a lista completa, que pode ouvir no podcast!

TROFÉUS

MELHOR PROVA 2017: ANSELMO MENDES

MELHOR PRODUTOR 2017 – ANSELMO MENDES

MELHOR ENÓLOGO 2017 – CARLOS LUCAS

MELHOR EVENTO 2017 – 21º ANIVERSÁRIO DA GARRAFEIRA 5 ESTRELAS NA QUINTA DO OUTEIRO

MELHOR VINHO TINTO 2017 – CASA DE SAIMA GARRAFEIRA 2008

MELHOR VINHO BRANCO CASA DA PASSARELLA CURTIMENTA 2015

MELHOR ESPUMANTE 2017 – CAMPOLARGO PINOT BLANC BRUTO 2013

MELHOR VINHO DO PORTO 2017 – VASQUES DE CARVALHO TAWNY 30 ANOS

 

DIPLOMAS:

MELHOR PROVA 2017: CASA DA PASSARELLA, PAULO LAUREANO, QUINTA DA PELLADA, QUINTA DA ALAMEDA

MELHOR PRODUTOR 2017: PAULO LAUREANO, CAMPOLARGO, QUINTA DO PÔPA, KOMPASSUS, ATAÍDE SEMEDO, HERDADE DO ROCIM, 100 HECTARES, LUÍS PATO, MÃOS & IRMÃOS – R4

MELHOR ENÓLOGO 2017: ANSELMO MENDES, PAULO LAUREANO, PAULO NUNES, ATAÍDE SEMEDO, VIRGÍLIO LOUREIRO, JORGE SERÔDIO BORGES, MÁRCIO LOPES, LUÍS LOPES, LUÍS SOARES DUARTE

MELHOR EVENTO 2017: WINES SUNSET 5* NA CASABLANCA, APRESENTAÇÃO DO CATÁLOGO DE NATAL NO HOTEL “AS AMÉRICAS”

MELHOR VINHO TINTO 2017: QUINTA DA ALAMEDA RESERVA ESPECIAL 2012, DONA GEORGINA 2011, CV CURRICULUM VITAE 2014, VILLA OLIVEIRA TOURIGA NACIONAL 2011, QUINTA DE S.JOSÉ GRANDE RESERVA 2013, QUINTA DO PÔPA HOMENAGEM 2011, CALDA BORDALEZA 2010, QUINTA DOS MURÇAS VV47, QUINTA DO NOVAL 2014

MELHOR VINHO BRANCO 2017: CV CURRICULUM VITAE BRANCO 2015, ANSELMO MENDES PARCELA ÚNICA 2014, PRIMUS 2015, MERUGE BRANCO 2015, MARIA IZABEL VINHAS VELHAS VINHAS DA PRINCESA 2014, PAULO LAUREANO VERDELHO 2015, MARITÁVORA GRANDE RESERVA 2014, PEDRO E INÊS 2015

MELHOR ESPUMANTE 2017: ATAÍDE SEMEDO MILLÉSIME BRUTO 2013, HIBERNUS CUVÉE DE NOIRS VINTAGE 2012, KOMPASSUS BLANC DE NOIR 2013, QUINTA DE SANTIAGO BRUTO RESERVA 2015

MELHOR VINHO DO PORTO 2017: VZ TAWNY 40 ANOS, QUINTA DO NOVAL VINTAGE 2015, QUINTA DOS MURÇAS VINTAGE 2011, VISTA ALEGRE TAWNY 20 ANOS

Magnum Wine Radio 160 – O Adegga pelo André Ribeirinho

O Adegga Winemarket Porto voltou ao Porto Palácio, no dia 05 de Maio. A empresa apostou em novos ambientes e momentos para os consumidores, com provas gastronómicas de harmonização, espaço para produtores “novos” que estão a começar e a habitual sala premium. No podcast, ficam a saber mais pela voz do André Ribeirinho.

 

Magnum Wine Radio 159 – Rui Lucas, o Prior de Souselas e do Botão!

Querem saber porque é que o vinho feito por Rui Lucas na zona de Souselas e Botão tem como nome Prior Lucas? E porque usa garrafas negras? E qual a aposta mais recente da marca?

Pronto, se quer saber isso tudo é porque é interessado na marca Prior Lucas. Ou neste podcast 🙂 De qulquer forma, basta ouvir a entrevista e fica a saber todas as respostas… e mais algumas coisas 🙂

Magnum Wine Radio 158 – Adegga, uma excelente desculpa para ir ao Porto no sábado!

O Adegga WineMarket Porto decorre no próximo sábado dia 5 de Maio no Porto Palácio Hotel (na sala e também na sala premium, no 19º andar do edifício entre as 15 e as 21h com cerca de 50 produtores nacionais, 500 vinhos, provas/degustações diferentes, um prémio e vários Chefs numa série de novidades.

Este será um “novo” Adegga. reposicionando e integrando a gastronomia como parceiro essencial: Chefs convidados pelas marcas de vinhos presentes levam, a cada “Mesa do Chef”, provas exclusivas e a descoberta das melhores harmonizações entre comida e vinho. O Victor Claro, em conjunto com a Quinta Maria Izabel (Douro), a Quinta do Gradil (Lisboa) e a Symington (Porto e Douro) são as três primeiras confirmações.

A novidade do ano passado, onde se colocou um espaço para novos produtores (produtores com uma ou pouco mais referências) é este ano ampliado, enquanto se mantêm conceitos diferenciadores:  o SmartWineGlass continua a marcar a diferença e elege, nesta edição, o Adegga Best of Show entre os vinhos mais apreciados durante o evento e registados pela tecnologia exclusiva do Adegga, que permite recordar e guardar as marcas visitadas e os vinhos provados através do envio automático, após o evento, de um e-mail personalizado para cada visitante.

Outro dos factores diferenciadores é a Sala Premium que sobem ao 19º piso para tomar conta do Porto Palácio VIP Lounge. Uma selecção exclusiva do sommelier Pedro Ferreira (restaurante Pedro Lemos) apresenta vinhos únicos, topos de gama e vinhos do Porto antigos numa sala com lugares limitados para uma prova com vista sobre a cidade.

André Ribeirinho, um dos fundadores do Adegga, refere que “o Porto é uma cidade especial. Quando, há quatro anos, chegámos com um novo evento de vinhos, assumimos que não queriámos ser uma equipa de Lisboa que organizava um evento uma vez por ano a Norte. Quisémos sempre reforçar a nossa presença e, este ano, consagrámos essa vontade com novidades pensadas concretamente para o público do Porto. O Porto sempre nos recebeu muito bem. Este ano, queremos retribuir por inteiro”, afirma.

A encerrar a edição 2018 do Adegga WineMarket Porto, a equipa oferece à cidade uma after party Adegga BYOB, na qual a organização assegura a comida enquanto os visitantes, mediante inscrição, levam a sua própria garrafa de vinho.

Uma tarde fantástica a descobrir a casta BAGA – Em Prova Cega!

Cerca de duas dezenas de apaixonados estiveram recentemente em Aveiro, no Restaurante SALPOENTE (que, diga-se, nos recebeu como verdadeiros príncipes do vinho) para aprender e muito sobre a casta BAGA.

Não entrando em discussões sobre se nasceu na Bairrada ou no Dão ou nos dois, o trajecto que foi feito foi temerário: proporcionou-se aos presentes um verdadeiro teste aos sentidos – (re)conhecer a casta!

Deixou-se de lado os vinhos que “gritam” Bairrada por todo o lado, pelo estilo, pela força, pelos taninos. Fomos tentar descobrir onde é que temerários produtores plantam a casta fora da Bairrada. Demos espaço a alguns dos jovens que estão a reinterpretar a casta (ou como outros dizem, voltando a métodos antigos) e misturámos tudo!

Depois de uma alocução sobre a casta pela mão do grande Ataíde Semedo, o grupo, constituído por alguns tarimbados em provas cegas, variadíssimos neófitos nestes metiers e alguns enólogos ou profissionais do sector, teve que “suportar” estoicamente 18 vinhos, não sabendo se estavam a beber Bagas feitos na Bairrada ou fora dela.

É que o desafio também foi esse! Desde o início, o Magnum Wine Club/Bairrada Wine Passion, com o apoio dos Cegos por Provas, quis juntar TODOS os vinhos com casta BAGA criados fora da Bairrada com os Bagas da Nova Geração (ou feitos como os antigos).

Conseguiu-se um plantel de grande nível. Praticamente todos os produtores de fora da Bairrada estiveram presentes e alguns da Bairrada. Aqui ficam os nomes dos que aceitaram o nosso desafio.

Fita Preta (António Maçanita) do Alentejo: Adega Camolas e Quinta Brejinho da Costa, de Setúbal; das Terras de Sicó, o Monte Formigão; pela Beira Interior, a Quinta dos Termos e pelo Douro, a Quinta de Vale Meão.

O “plantel” da Bairrada compunha-se de Ares da Bairrada (Regateiro), Ataíde Semedo, Campolargo, Caves Messias, GIZ, Pedro Guilherme Andrade, Vadio e VPuro.

Em termos globais, foi muito interessante verificar as conversas entre os presentes, muitas vezes sem saberem qual a “região” dos vinhos – cada flight tinha vinhos que eram “ou da Bairrada” ou de fora da Bairrada” mas no global o que foi mais curioso, sem dúvida, foi o espanto sobre os estilos, as formas de fazer e de trabalhar a casta BAGA.

A prova foi sobretudo educativa e por isso não serão publicados os resultados gerais, apenas acessíveis aos produtores presentes e aos participantes. Queremos no entanto referi r que a qualidade global foi muito interessante, com a constância das classificações (1 ponto a separar mais de metade dos vinhos em prova numa escala 10-20) e algumas surpresas.

Poderemos, de qualquer forma, dar os parabéns a todos os produtores, referindo que os vinhos Monte Formigão 2015 (Terras de Sicó) e Comendador Costa Reserva 2014 foram os que mais agradaram no sector dos “fora da Bairrada enquanto que entre os participantes da Bairrada, alguns dos preferidos foram o Grande Vadio 2013, o Ataíde Semedo Grande Reserva 2015, o Vinho D’Anita 2015 (Ares da Bairrada) e o Giz Quinta das Cavaleiras.

Muitos ficaram agora rendidos a todos os Bagas, desde os clássicos a este tipo de produtos e acreditamos que, só por isso, a prova já tenha validado a pena!

Magnum Wine Radio 156 – Anadia volta a receber o Portugal Wine Trophy, em Maio!

E devido a isso, fomos entrevistar Jorge Sampaio que nos descreveu qual a valorização para os produtores portugueses e para a Bairrada desta região ser a capital dos jurados do Portugal Wine Trophy mais uma vez. No final de Maio, um dos grandes concursos mundiais regressa a terras portuguesas. Ouça o podcast para ficar a saber tudo!

Magnum Wine Radio 155 – Cinética, movimentos e albatrozes

Henrique Cizeron faz vinhos do novo mundo e do velho mundo. Ou será no novo velho mundo? Vinhos que voam como os albatrozes, vinhos que se movimentam como o Cinética? Desta dúvidas e certezas, a garantia que viajar para os antípodas alarga o conhecimento, e dai, o estilo. Fiquem com os vinhos por detrás do homem e enólogo/produtor por detrás da Cinética

Magnum Wine Radio 154 – Pedro Garcias – o jornalista que faz vinhos

Por vezes o jornalista entrevistador passa a entrevistado. Normalmente é o contrário mas pelo que poderão ouvir neste podcast, Pedro Garcias também se sente à vontade a falar. Sem papas na língua, como é seu timbre, Pedro Garcias fala com múltiplo conhecimento de causa. Porque é jornalista e critico de vinhos mas também é produtor. Fiquem com a entrevista, ouçam-no e pensem!