E os melhores do Ano para a Revista de Vinhos foram…

O blog Magnum Wine Club não esteve presente (presumimos que o convite tenha ficado perdido nos CTT) mas deixamo-vos aqui a listagem completa dos vencedores e guardamos para outro post os melhores vinhos do ano, versão Revista de Vinhos.

De realce, pela ligação de vários anos de amizade, a dois prémios: a de Garrafeira do Ano para a aveirense Garrafeira 5 Estrelas, das manas Paralta (e do Max) e o Produtor Revelação do Ano, a Quinta de Santiago da magnífica Joana Santiago!

Mas aqui ficam os premiados e algumas fotos disponibilizadas pela organização

“OS MELHORES DO ANO 2018 refletem o trabalho de entrega total, a procura incessante da perfeição, a originalidade, a capacidade de liderança, o saber fazer e o reconhecimento do setor”, referiu o diretor da publicação, Nuno Pires, no final da cerimónia que decorreu na Alfândega do Porto e reuniu 900 convidados das áreas do vinho, gastronomia e turismo.

Paul Symington, da Symington Family Estates, foi galardoado com o “Prémio Homenagem”; João Roquette, do Esporão, é a “Personalidade do Ano no Vinho”; a Aveleda é a “Empresa do Ano”; António Maçanita é o “Enólogo do Ano”; Luís Leocádio é o “Enólogo Revelação do Ano” e Gabriela Marques, do Restaurante Varanda, do Ritz Four Seasons, Lisboa, é a “Sommelier do Ano”.

No universo vínico, a Revista de Vinhos distinguiu ainda Quanta Terra (Douro) na categoria “Produtor do Ano”; Poças Júnior (Douro) como “Produtor de Vinhos Fortificados do Ano”; e a Quinta de Santiago (Vinhos Verdes, subregião de Monção e Melgaço) como “Produtor Revelação do Ano”. A “Marca do Ano” é Marquês de Borba (João Portugal Ramos, Alentejo), a “Loja / Garrafeira do Ano” é a Cinco Estrelas (Aveiro); e o “Distribuidor do Ano” é a Heritage Wines. O prémio “Inovação / Investigação do Ano” foi atribuído à Corticeira Amorim e o “Enoturismo do Ano” ao 17•56 Museu & Enoteca Real Companhia Velha (Vila Nova de Gaia).

Na componente gastronómica, o prémio “Personalidade do Ano na Gastronomia” foi entregue a Paulo Amado, Diretor da Inter Magazine, publicação dedicada à gastronomia, que organiza o concurso Chef Cozinheiro do Ano, e das Edições do Gosto. O “Chefe de Cozinha do Ano” é Benoît Sinthon, do Restaurante Il Gallo D’Oro, Hotel Cliff Bay Madeira, (Funchal) com duas estrelas Michelin, e o “Chefe Revelação do Ano” foi entregue a Óscar Gonçalves, do Restaurante G Pousada, que recebeu uma estrela Michelin em novembro (Bragança). O Alma, com duas estrelas Michelin, do chefe Henrique Sá Pessoa (Lisboa) é o “Restaurante Gastronómico do Ano”, o Terroso (Cascais) o “Restaurante Com Melhor Serviço de Vinhos do Ano” e o produtor de peixe e marisco Nutrifresco (Albufeira) o “Produtor Artesanal do Ano”. A cidade de Santarém recebeu o galardão de “Destino Gastronómico do Ano”. Por fim, a nível internacional, o jornalista gastronómico J. A. Dias Lopes é a “Personalidade do Ano no Brasil”.

 

Xutos em modo vinho, duas paixões numa só

Quem me conhece sabe que sou fã de longa data dos Xutos e Pontapés e muitos já foram os concertos que assisti, perto do palco ou, nalguns casos felizes, até mesmo no backstage. E tenho aproveitado a oportunidade para juntar duas paixões, com o vinho Xutos & Pontapés da Casa Relvas. Tenho em casa o Xutos 2011, e a Magnum 2013. E claro que terei esta edição dos 40 anos… se algum felizardo das de 2009 ainda a tiver por beber… bem, há quem queira 🙂

Agora mais a sério, belo vinho e excelente conjugação de paixões. É assim que pensa Alexandre Relvas e assim que penso eu. Força Xutos!

O “Xutos & Pontapés Edição Especial 40 Anos 1979 – 2019”, está disponível para venda online – www.xutos40anos.com – e em garrafeiras por todo o país desde 25 de janeiro, data do primeiro concerto, que teve lotação esgotada. Esta edição especial da Casa Relvas é limitada, são 4.000 garrafas e no site o custo é de 15€ já com portes incluidos.

Uma década depois da primeira parceria entre os músicos e o produtor de vinhos, em 2009, para comemoração dos 30 anos da banda, na altura ainda num registo privado com a produção de apenas 500 garrafas, a Casa Relvas apresenta o novo vinho da Herdade São Miguel, que promete o reavivar de muitas memórias de várias gerações.

“Tal como os elementos da banda rock mais acarinhada do país, este vinho tem um forte carácter, e é para nós um prazer renovar esta parceria que desde 2009 nos tem permitido fazer este tributo aos Xutos” – afirma Alexandre Relvas.

Alicante Bouschet, Touriga Franca e Touriga Nacional foram as castas escolhidas para dar corpo a este néctar dos “deuses” (do rock nacional) que se caracteriza por um aroma complexo de frutos vermelhos maduros, flores brancas e especiarias, bem integrados com notas de baunilha – nota de prova da responsabilidade da casa.

Confraria Gastronómica do Bacalhau comemora 20 anos e entroniza Rota da Bairrada e… Pedro Abrunhosa!

XX Capítulo da Confraria Gastronómica do Bacalhau – Conferência de imprensa (Foto: Carlos Duarte)

Decorre no próximo dia 20 de Janeiro, excepcionalmente a um domingo, na Casa da Cultura de Ílhavo (CCI) o 20º aniversário da Confraria Gastronómica do Bacalhau. E é nesse dia porque comemoram exactamente na data fundadora!  O programa é o habitual (mais abaixo deste texto) e os entronizados de honra são um homem ligado ao bacalhau (algo que é tradição), Pedro Abrunhosa e a Rota da Bairrada!

Aqui está o programa completo do repasto!

10.00h – Concentração das Confrarias Gastronómicas portuguesas e estrangeiras, sendo servida a “Patanisca de Honra”

11.00h – No auditório do CCI cerimónia evocativa dos 20 anos da Confraria, seguindo-se a entronização dos Confrades Efectivos (Alexandre Pinto – Prof. de Seguros, Aníbal Veiga  – Capitão da frota bacalhoeira e José Esteves, Arquitecto) e dos Confrades de Honra (José da Rocha Castro – “Zé do Miguel”, antigo pescador do bacalhau, Pedro Abrunhosa, cantor, compositor e músico e a Rota da Bairrada, entidade de carácter regional de dinamização, promoção e valorização da actividade vitivinícola da Bairrada.

Segue-se a troca de lembranças e a foto da “família Confrádica”

13.30 – Almoço

17.00h sessão de cinema “A Campanha do Argus” de Alan Villiers.

Gastronomia de Bordo no Gafanhoto (Gafanha da Encarnação)

O Gafanhoto é uma casa junto às Escolas (dai o nome da rua…) e do Pavilhão Desportivo. Para lá chegar, duas hipóteses, ou pela Estrada da Mota e depois da rotunda da Teka/Heliflex vira na primeira à esquerda até chegar ao pavilhão desportivo e aí vire à direita ou então, na rua principal da Gafanha da Encarnação, vire à esquerda quando notar o stand da Graçamotor. Pergunte e lá chegará.

Com estacionamento fácil, a perdição é logo na(s) entradas. Há quem nem “coma”, só “petisque”. O Paulo e a Gina apostam em produtos frescos – é habitual um cliente ouvir o “não temos” quando a qualidade não é a mesma – e os produtos da ria são deliciosos – noutras ocasiões não perca oportunidade de provar os berbigões, ameijoas e… bem, tudo o resto.

Mais uma vez fomos fazer a experiência gastronómica e, como “gato escaldado”… dizeram-nos que era obrigatório sermos dois a fazê-la. Como eramos exatamente dois, fomos por ai mas por prazer e gula, pedimos umas ostras ao natural de entrada… Estavam deliciosas, servidas com um vinagrete à parte e gomos de limão para tempero. A acompanhar, um flute de espumante Quinta das Bageiras Bruto Branco 2016, a copo, que o resto do menu vinha já a seguir.

A experiência vem com as ovas cozidas, temperadas com pimenta, alho e azeite em tosta seguida da patanisca de bacalhau, achatada, quentinha. a saber ao produto e não apenas ao restante… Com essas duas entradas (mais as ostras) já degustadas, pedimos uma garrafa de Quinta dos Abibes Sauvignon Blanc 2016 para acompanhar a Feijoada de Samos. O tempero puxou o copo, com os samos em boa compaia leguminosa e cheia de tudo o que uma feijoada merece, desde a cenoura à chouriça caseira.

Quando chega o Bacalhau à Gina, uma posta grande – sem dúvida grande – do mesmo, de boa qualidade, feita com primor, a lascar e vinda do forno com a batata e ainda umas migas ao lado… quase que nos arrependemos de ter comigo a feijoada toda 🙂

Derrotados com tanto sabor e quantidade, nem fomos à sobremesa. Pedimos um café e chegámos à conclusão que no Gafanhoto, só se consegue comer bem. Mas é preciso ter apetite para tudo 🙂 Vale a visita, no mínimo duas ou três vezes, e só para conhecer as especialidades. Nota final para a carta de vinhos, a mais completa dos três locais que visitamos. Desde a Bairrada às outras regiões, e com espaço para os Grandes Tintos e Brancos, também ai estamos em casa!

Restaurante O Gafanhoto

Rua da Escola, 21

3830-470 Gafanha da Encarnação

GPS: 40°36’16.6″N 8°43’44.5″W

Google Maps: 40.604608, -8.729022

Horário semanal: terça-feira a sábado entre as 12h00 e as 15h00 e entre as 19h00 e as 22h00, domingos entre as 12h00 e as 15h00. Encerramento semanal à segunda-feira.

Telefone para reservas: (+351) 933 293 713 ou (+351) 234 367 673

E-mail: paulorestauranteogafanhoto@hotmail.com

Gastronomia de Bordo no Maradentro (Ílhavo)

Restaurante situado no centro de Ílhavo, numa transversal da rua principal de acesso às Gafanhas e junto ao Cais da Malhada, o Maradentro tem uma sala simples e eficaz, e pretende – o desenho do nome, da carta e dos próprios vinhos assim o indica – apostar no Mar, no peixe e no Bacalhau.

Apostei mais uma vez na experiência gastronómica, que contemplava os vários momentos da refeição. As entradas, servidas com requinte, continham um azeite de Valpaços com extra acidez e flor de sal, um paté de bacalhau caseiro e ovas cozidas do mesmo, com pimentas de boa consistência. A acompanhar, um saquinho de pão com folar de Vale de Ílhavo, entre outras abordagens – broa, etc, que conjugaram de forma perfeita. Nesta primeira fase, acompanhei as entradas e a Chora com um espumante bairradino, o Quinta das Bageiras Bruto 2016 que esteve em óptimo nível.

A dita “Chora” de Bacalhau – cada restaurante ou local onde a coma irão contar uma versão de como era feita e razão do nome, desde a “lágrima”, o líquido que a cabeça do dito expulsava até às saudades dos pescadores nos seus dóris… – costuma variar entre uma versão bem pobre, em que uns fiapos e partes menos nobres (espinhas, peles, etc) do peixe em azeite ou, como a servida, mais “rica”, com arroz, hortelã e salsa. Mais feita ao estilo das mulheres dos pescadores.

Como prato principal, o arroz de brisa com línguas de bacalhau. Para quem conhece, é um arroz de grelos com línguas de bacalhau bem saborosas e tenras, soltinho, no ponto, e com uma quantidade no tachinho que daria claramente para dois!

Aproveitámos o ensejo para provar um vinho que entrará na carta para a próxima semana e que acompanhou de forma magnífica os dois momentos principais: falo do Fonte do Ouro Reserva Especial Encruzado 2017. Um acompanhamento imprescindível, embora a carta tenha outros momentos de prazer, a preços justos.

E já satisfeito, ainda tinha pela frente o Abafadinho de Bacalhau. O nominativo ilhavense para um tachinho de caldeirada de bacalhau, com o gadus morhua islandês a ser uma posta do cachaço do bacalhau, e de todos os tradicionais acompanhamentos de uma caldeirada: as batatas, pimento, tomate, salsa e umas fatias de pão no tomate.

Já no campo da lúxuria, provou-se as Papas de Abóbora, sem a coloração habitual (devido a uso da canela e do vinho do Porto) mas de sabor característico e onde os frutos secos, postos por cima, davam um toque crocante muito agradável.

E se ainda não pensássemos mais em bacalhau, o café, acompanhado de um biscoito em forma de bacalhau lembrar-no-ia que estávamos numa casa em que o rei de Ílhavo quer estar presente de todas as formas!

Em resumo, uma casa que com um ou dois pequenos ajustes – os tachinhos precisam ser mais bonitos pois o conteúdo merece – pode ter a vida e a frequência de quem quer conhecer o Bacalhau nas suas diversas formas – eles têm um menu de degustação que é para duas pessoas, claramente, pelas quantidades experimentadas no decorrer do Festival!

 

Restaurante Maradentro

Rua da Malhada, 2A

3830-141 Ílhavo

GPS: 40°36’21.5″N 8°40’32.5″W

Google Maps: 40.605981, -8.675696

Horário semanal: Quarta a segunda-feira: almoços entre as 12h00 e as 15h00 e jantares entre as 19h00 e as 22h30.

Telefone para reservas: (+351) 910 497 439

E-mail: rsvp@maradentro.restaurant

E-mail: info@maradentro.restaurant

Gastronomia de Bordo no Salsus (Praia da Barra)

Para quem não conhece o Salsus, chegar a ele não tem nada que saber… vamos na avenida de entrada na Barra, e na penúltima à direita (basta ver quando se está perto do Mercado, virar ai. Simples. O GPS também resulta, para os neófitos da terra.

O Salsus é um restaurante despretensioso, que aposta em servir os seus clientes – muito dos quais conhecidos, oriundos, durante a semana, do tecido industrial gafanhense e ao fim de semana do tecido industrial aguedense – como se… estivessem em casa. Pratos eficazes, com uma aposta clara nos peixes frescos e para os quais tem duas inovações importantes: peixes identificados na montra e preços não por kg mas sim por porção, evitando a obrigatoriedade da matemática aplicada para o cliente 🙂

Há pratos do dia, correctamente identificados e a carta de vinhos, curta, serve o propósito. Quase todas as regiões representadas, com vinhos facilmente reconhecíveis e a preços modestos. Para o menú que iria degustar aproveitei a opção pela Beira Interior, por um Quinta do Cardo 2016, um 100 por cento Síria que esteja perfeitamente à altura de todos os pratos!

No âmbito do Festival de Gastronomia de Bordo, experimentou-se o menu sugerido, que incluia duas entradas: as ovas cozidas e o guisado de samos de bacalhau sendo o prato principal o lombo de bacalhau na brasa com grelos. Tivemos a oportunidade de provar, igualmente, uma especialidade: a tortilha de bacalhau à Ti Arminda. Esta tortilha é um bom exemplo de um prato simples, em que a cebola, ovos, salsa e bacalhau transformam num bom almoço.

As ovas de bacalhau estavam feitas de forma simples, cozidas, com bom sabor a alho e abundante azeite, com dois pequenos gomos de limão à mão de semear para tempero a gosto. Com uma pedra de sal, ficariam excelentes.

O Guisado de Samos de Bacalhau demonstrou duas evidências: samos de alta qualidade, de origem islandesa, e um trabalho na cozinha onde a conjugação da massa, do tomate do picante produziu um pratinho de “massada de samos” muito agradável à vista e ao paladar.

Fico com pena que este prato (de guisado de samos) não esteja na carta…

Por fim, o lombo de bacalhau na brasa estava no ponto, quer de demolha quer de brasa. E igualmente no tamanho, que alguns restaurante abusam, quer seja por excesso ou diminuta quantidade. Aqui estava tudo certo. Os grelos, claramente de nabiça, conjugaram com as batatase o azeite. Para ficar bem satisfeito. Já sem vontade nenhuma, devido ao menu vasto e de qualidade, alinhámos na sugestão da casa, e o cheesecake comportou-se muito bem!

Resumindo, o Marco António, nome a fazer juz a Salsus, de seu nome Marco António Vinagre tem aqui uma casa onde se come… como se estivesse em casa e quisesse um peixinho. Comida caseira, verdadeiramente de conforto, e que vale a pena visitar. E comer.

*Refeição a convite da C.M. Ílhavo, no âmbito do Festival de Gastronomia de Bordo

 

Restaurante Salsus

Avenida Vasco da Gama, 22, Praia da Barra

3830-752 Gafanha da Nazaré

GPS: 40°38’29.2″N 8°44’44.7″W

Google Maps: 40.641451, -8.745750

Horário semanal: terça-feira a sábado entre as 12h30 e as 14h30 e as 19h30 e as 21h30. Domingos entre as 12h30 e as 14h30.

Telefone para reservas: (+351) 234 369 120

Enóphilo Wine Fest anima sábado a Alfândega do Porto

O Centro de Congressos da Alfândega do Porto recebe no próximo sábado, dia 18 de Novembro,  a terceira edição do ENÓPHILO WINE FEST.

Este evento vínico tem vindo a crescer e apresenta-se no dia 17, este sábado, com nova configuração: dois espaços novos para receber um milhar de enófilos, uma criteriosa seleção de vinhos, três Provas Especiais e, pela primeira vez, a presença de iguarias gastronómicas, com a inspiração de quatro chefes de cozinha.

Foi na edição de 2017, no Porto, que o evento vínico “Wine Fest” ganhou a marca “Enóphilo” e uma nova imagem. A terceira edição ENÓPHILO WINE FEST PORTO 2018 acontece já este sábado e promete reunir cerca de um milhar de enófilos que poderão provar mais de 300 referências de vinhos portugueses, selecionados por Luís Gradíssimo, o organizador.

No próximo sábado, dia 17 de novembro, entre as 15 e as 20 horas, vai realizar-se a terceira edição ENÓPHILO WINE FEST, na Sala dos Despachantes, logo à entrada do Centro de Congressos da Alfândega do Porto, e estarão mais de 300 vinhos em prova, de cerca de 50 produtores das diversas regiões de Portugal. Pela primeira vez o ENÓPHILO WINE FEST PORTO conta com quatro espaços gastronómicos, quatro estações “finger food”, onde os participantes poderão saborear as iguarias de quatro chefes de cozinha: presuntos e queijos de Portugal com a assinatura do Chef Vítor de Oliveira; carapau da nossa costa, pela Chef Margarida Rego; a carne Marinhoa DOP pela inspiração do Chef Filipe Lema; e os deliciosos doces conventuais de Coimbra, com o Chef Paulo Queirós. “Desejamos proporcionar a todos os enófilos uma tarde intensa de provas, vínicas e gastronómicas, que se traduzam numa experiência entusiasmante e que muito contribua para um melhor hábito de consumo de vinhos, de maior qualidade e exigência, seja em casa ou no restaurante”, destaca Luís Gradíssimo que também refere as três provas especiais:  “Uma década de Blanc de Noirs da Kompassus” (15h30); “Quinta do Regueiro: A evolução do Primitivo” (17h00); e “Czar, mais de 500 anos de história” (18h30).

Os bilhetes estão disponíveis em www.ticketline.sapo.pt  e tem um custo de 10€ em pré-venda (até sexta-feira) e 15€ no próprio dia.  A organização empresta um copo Schott Zwiesel para a prova de todos os vinhos e para cada uma das três provas especiais há o bilhete de 25€ que não inclui o acesso ao evento (lugares são limitados); e há ainda o “Pack Enóphilo”, para verdadeiros enófilos, com tudo incluído.

Para os mais curiosos, eis a lista dos produtores confirmados:

Produtores presentes no Enophilo Wine Fest Porto 2018

Vinho Verde: Quinta do Regueiro; Vinho Verde Young Projects (Vale dos Ares, Quinta de Santiago, 100 Igual, Cazas Novas); Quinta de PaçosLand Soul Terrunho / Quinta das Fontes;Quinta do Ferro e Quinta do Outeiro.

Douro: Quinta da Costa do Pinhão; Quinta da Rede; António Maçanita Winemaker; Vinilourenço; Titan of Douro; Somnium; Vieira de Sousa (Douro e Porto) e Blackett (Vinhos do Porto).

Trás-Os-Montes: Quinta do Gago; Romano Cunha; Do Joa; Quinta de Arcossó; PP Wines – Vinhos e Consultoria.

Távora- Varosa: Família Hehn.

Bairrada: KompassusQuinta dos AbibesQuinta da Lagoa VelhaQuinta das BágeirasLuís Gomes.

Dão: Quinta Vale do CestoQuinta de Lemos; Quinta do Mondego; PP Wines – Vinhos e Consultoria.

Beira Interior: Quinta do Cardo.

Tejo: Casa CadavalQuinta do Arrobe.

Lisboa: InfinitudeQuinta de PancasVilla OeirasQuinta do RolQuinta do Lagar Novo.

Península de Setúbal: Herdade do CebolalQuinta do Piloto.

Alentejo: Joaquim ArnaudVinha das VirtudesAntónio Maçanita Winemaker; Nunes BarataHerdade do Arrepiado Velho.

Açores: Czar; António Maçanita Winemaker.

Gastronomia a Bordo anima Ílhavo entre 14 e 18 de Novembro

De 14 a 18 de novembro, Ílhavo embarca numa aventura de degustação, que nos remete para as longas campanhas de pesca do Bacalhau nos mares gélidos do Atlântico Norte.

Durante o festival será também possível “mergulhar” no património gastronómico nacional, através de visitas a estaleiros, museus, fábricas, lotas, navios e também a outros equipamentos de transformação e preparação alimentar. O Festival Gastronomia de Bordo apresenta-se, assim, numa homenagem à cozinha tradicional portuguesa, e bacalhoeira, tendo como “porto seguro” catorze restaurantes do Município de Ílhavo, num modelo contemporâneo e inovador, suportado nos sabores e nas tradições a bordo dos bacalhoeiros projetados em experiências e especialidades gastronómicas únicas e particulares.

O Festival Gastronomia de Bordo projeta para os dias de hoje a gastronomia, tradicionalmente produzida a bordo das embarcações de pesca longínqua. Exemplo disso é a famosa Chora, uma sopa feita com a cabeça do bacalhau que deu mote a alguns ditos entre os homens nos navios “quem come chora, tem de cá voltar!”.

Eram servidos pratos como a feijoada de chispe, feijão assado, caldeirada de espinhas de bacalhau, bacalhau frito, o “pão da pana” e o “queque dos domingos”, entre outros, comida retemperante para climas hostis e mares inóspitos enfrentados por heroicos pescadores…

Às memórias gastronómicas de bordo não serão alheios os processos tradicionais de conservação dos produtos da pesca: a “cura tradicional portuguesa”, o peixe fresco, a salga, a seca e as conservas.

Sentidos de Mar – Programa

Restaurantes aderentes:

» A Praia do Tubarão

» Bela Ria

» Canastra do Fidalgo

» Cantina Bar da Lota

» Duna do Meio

» Estrela do Mar

» Maradentro

» Marisqueira Barra

» Marisqueira da Costa Nova

» Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel

» O Gafanhoto

» O Navegante

» Salsus

» Traineira

Experiencias e Especialidades

 

No sábado, gastronomia e espumantes vão casar a Oliveira do Bairro

O Gustavo Maya e toda a equipa do Hotel Paraíso fecham com chave de ouro as Galas Gastronómicas das Estrelas da Bairrada com uma quinta edição que conta com 7 chefs oriundos ou com fortes ligações à Bairrada e com sete espumantes de sete produtores. Uma orgia de bom comer e beber na qual poderá ainda participar pois há (poucos) lugares disponíveis – inscrições por telefone, com toda a informação aqui.

Na cozinha irão brilhar os chefs Armindo Alves, Delfim Soares, Eduardo Maya, Flávio Silva, Gerson Oliveira, Nuno Cabral e Waldeci Marreiros enquanto que as casas produtoras serão algumas que passaram pelas outras galas. E o modelo é igual ao da primeira edição: sete produtores, sete espumante para sete pratos de sete chefs!

O evento contará assim com a presença de

  • Casa do Canto
  • Caves da Montanha
  • Declynio
  • Fernando Martins
  • Quinta dos Abibes
  • Quinta do Alvadeo
  • Quinta do Rifas

Uma noite que poderão recordar daqui a uns dias, num podcast perto de vocês 🙂

De regresso


Por razões nada felizes, tive que fazer umas “férias” do podcast, do magnumwineclub e até dos vinhos. Como muitos sabem, não foi nada comigo mas algo profundamente pessoal que me afectou e à minha vida. Mas tudo tem que andar para a frente e um mês depois do que aconteceu, estou de volta. Entre hoje e amanhã terão mais novidades – introduzirei os 5 podcasts em atraso nas respectivas datas, darei contas das novidades e retomarei a publicação regular. Para a frente é mesmo o caminho e um brinde a todos!