Dois músicos e duas entidades serão os novos Confrades de Honra da Confraria do Bacalhau!

Quase quase nos 20 anos, que serão, estou certo, comemorados no próximo ano com pompa e circunstância, a Confraria Gastronómica do Bacalhau irá organizar, mais uma vez, o seu famoso Capítulo, neste caso o 19º este sábado, entre o Museu, Aquário dos Bacalhaus e Hotel de Ílhavo.

Para confrades de honra escolheram dois campos diferentes: o musical e o institucional. Capitania e Porto de Aveiro são duas grandes entidades que farão parte da lista de honra da Confraria, mas que serão sonoramente bem acompanhadas por Paulo de Carvalho e pelo brasileiro Ivan Lins, os outros dois entronizados como Confrades de Honra. Serão quatro grandes nomes a galardoar amanhã.

O programa é o “habitual”. Recepção e Entronização no Museu Marítimo de Ílhavo, passagem pelo aquário dos bacalhaus para “homenagem ao dito” e cortejo e foto até ao Hotel de Ílhavo. Quanto ao repasto (pois afinal este blog é eno-eno-eno-gastronómico) todas as variantes do fiel amigo estarão presentes:  as pataniscas na Patanisca de Honra, os bolos, a punheta, os samos e as carinhas fritas nas entradas e a chora, feijoada de samos e o bacalhau à confraria como pratos principais. Depois mostramos as fotos 🙂

Os bons vinhos e espumantes da região deverão ser, mais uma vez, o equilíbrio indispensável a este repasto!

Os melhores vinhos de 2017 da Bairrada… segundo os críticos!

Um estudo Magnum Wine Club / BairradaWinePassion determinou os melhores vinhos da Bairrada para os críticos portugueses. E as conclusões são agridoces para os produtores desta grandiosa região.

Fazer uma avaliação de um vinho baseado nas opções de somente um crítico é sempre falível. Por muita consideração que tenho por qualquer um dos críticos, poderá haver condicionantes (zangas entre produtores e críticos, gosto pessoal, ser prova cega ou não) que façam com que o exercício solitário da avaliação seja, como referi, solitário e exclusivo. E também por isso, embora tendo opinião pessoal, recuso-me a fazer notas sobre os vinhos. Poderei, eventualmente, fazer listas dos vinhos que me apaixonaram, harmonizaram melhor, os de um determinado evento mas não dar notas absolutas de prova quando nem as condições são as melhores.

Entendi por isso, pegar nos críticos portugueses da imprensa especializada e em avaliadores regulares de vinhos para analisar como se comporta a Bairrada em geral, e os vinhos e os seus produtores em particular. E a imagem poderia ser bem mais bonita, o que comprova que ainda falta muito por fazer.

Para avaliar quais os melhores vinhos provados em 2017, temos que fazer duas tabelas: uma absoluta (que pessoalmente desconsidero em relação à outra) e outra em que apenas colocamos os vinhos provados por mais do que uma revista. Entendemos ser esta última mais JUSTA. Também avaliei as preferências pessoais de cada um dos críticos/revistas, nas tabelas que estão apresentadas no final do texto.

A segunda tabela, que como refiro, considero injusta, como poderão notar nas tabelas das revistas, é a seguinte:

Quanto a tendências e conclusões, aqui ficam:

  • Sendo a primeira vez que um comparativo destes é feito, referir que houve 232 vinhos analisados ao longo do ano é sempre uma análise subjectiva. Depende do trabalho de comunicação das empresas e da Comissão, depende da sugestão de temas e depende igualmente do que os produtores lançam para o mercado e querem ver promovido. As médias são o que são mas tendo em conta que há 40 produtores com vinhos analisados, dá uma média de 6 referências por cada um…
  • Segundo facto: 40 produtores com vinhos analisados. Destes, metade tiveram 4 ou menos referências analisadas. Podemos concluir duas coisas díspares: são somente 40 por cento dos associados da CVR Bairrada mas, pelo lado positivo, são o mesmo número de empresas que todos os anos estão na Feira do sector que se realiza no Velódromo.
  • Destes 232 vinhos, houve 137 analisados pelo João Paulo Martins (quase 60 por cento do total); 70 pela Revista de Vinhos; 60 pela Paixão pelo Vinho e 53 pela Vinho Grandes Escolhas (prejudicada nestas contas por não ter sido o ano inteiro…). Impressionante como os produtores escolhem por ignorar ou não aparecem notas de prova no FUGAS do Público, que ao longo do ano analisa mais de 300 vinhos e destes, apenas 7 foram Bairrada. Igual tendência no Fernando Melo (Evasões) e Aníbal Coutinho).
  • Estes números provam que os produtores da Bairrada, na sua generalidade, ou não querem mandar ou não sabem como mandar os seus vinhos para avaliação. É sintomático que o João Paulo Martins, que manda um email e solicita apoio à CVR consiga avaliar em 2017 o mesmo que as principais revistas… juntas.
  • Nota-se que há produtores que não se relacionam com certos críticos ou revistas. É tão evidente que nem vou fazer comentários em relação a isso. Cada um sabe da sua casa mas num modelo em que o vinho só aparece publicado se tiver nota 15 ou superior, estranha fica esta questão. Optei por não incluir os dados em bruto, estando disponível para conversar com quem pretender mais dados.
  • De louvar a dinâmica de Carlos Campolargo. Em diversas revistas, foram analisadas 23 referências da casa Campolargo, um destaque que lhe deu tempo de antena em todas as revistas e críticos da especialidade.

As casas que mais provas enviam, que usam mais esta ferramenta são a Aliança Vinhos de Portugal (o Aliança Reserva Tinto fez o pleno e foi analisado em todas as revistas e críticos), sendo Campolargo, São João e São Domingos igualmente versáteis a mandar. Casa de Saima, Messias e Adega de Cantanhede recebem menções honrosas nesse aspecto.

  • Não há qualquer relação entre ser grande ou pequeno e o número de críticas. Há casas que não mandam ou quase não mandam produtos para análise sendo empresas que produzem em grande quantidade e/ou ao mesmo tempo, recebendo outro tipo de prémios.
  • Há produtores que, pura e simplesmente, não enviam vinhos para análise nas revistas portuguesas. Vadio, Caves da Montanha e Filipa Pato são alguns exemplos, e esta última só apareceu numa reportagem na Vinho Grandes Escolhas – as notas dos vinhos são do guia de João Paulo Martins. Foz de Arouce e Luís Pato são outros casos. Em todos estes, a forte aposta no estrangeiro ajuda a perceber a opção.

É importante analisar também que a Bairrada é caracterizada pela preponderância de empresas de pequeno porte, com gestão familiar, o que poderá alterar a forma como se pensa na comunicação dos vinhos e no seu envio para análise.

Por fim, quero também lembrar que muitas das empresas da Bairrada ainda trabalham para um segmento de preço baixo (com produtos de qualidade interessantíssima para o preço apresentado) e entendem que os seus produtos não vão ser analisados devido a isso. Mas há bons exemplos do contrário, como poderei demonstrar a quem pretender.

Em relação à metodologia descrita abaixo, quero apenas realçar alguns pormenores. Optei, à falta de uma validação própria como a tabela da Decanter (de comparação entre notas 50-100 e notas 10-20) por fazer apenas a redução matemática, algo sempre criticável. Também poderão perguntar porque me centrei apenas em notas portuguesas. Simples… este estudo é para o mercado português, para o consumidor português. Desejo tudo de bom para as marcas exportadoras da Bairrada.

O estudo / ranking Magnum Wine Club / BairradaWinePassion 2017 tem por base os vinhos com denominação de origem Bairrada ou de produtores reconhecidos na Bairrada que submeteram garrafas suas a análise crítica de meios de comunicação social e críticos com publicações regulares. Foram escolhidas a Paixão pelo Vinho (nº67 a 70) referentes a 2017, Wine (a última edição), Revista de Vinhos e Vinho Grande Escolhas, Fugas, Evasões e os livros Copo e Alma de Aníbal Coutinho (só com 363 referências) e o guia do João Paulo Martins 2018.  Todas as marcas registadas são propriedade dos seus autores/produtores tendo este estudo sido realizado usando somente dados públicos, propriedade intelectual das revistas.

Os factos são factos, as conclusões são da minha inteira responsabilidade.

Aveiro, 15 de Janeiro de 2018

João Manuel Oliveira

jmo@magnumwineclub.com

Sabores com Tradição na altura do São Gonçalinho

No âmbito do programa “Boas Festas em Aveiro”, de 10 a 15 de janeiro, decorre o “festival” gastronómico, “Aveiro, Sabores com Tradição”.

Em tempos de São Gonçalinho, os encontros gastronómicos em grupos e da diáspora aveirense já ganharam tradição nos restaurantes de Aveiro. Desta feita e à semelhança de anos anteriores, os restaurantes da cidade foram convidados a criar um menu atrativo de pratos característicos e representativos de Aveiro a oferecer nas suas ementas, para que se perpetue na memória de turistas e munícipes, os sabores da cozinha tradicional aveirense. A intenção desta iniciativa é reforçar a gastronomia local como elemento identitário da Região no processo de promoção e fruição turística  Aveirense.

Dos menus constarão iguarias bem conhecidas, tais como, Bolos de Bacalhau e Espetadas de Mexilhão, Sopa de Enguias, de Peixe ou Chora/Canja de Bacalhau, Ovos-Moles ou Cavacas, acompanhadas de Vinho ou Espumante da Região da Bairrada, vários Licores de Alguidar e Aguardente da Bairrada.

Louve-se a iniciativa, em especial na parte da gastronomia e na exigência de apresentação de vinhos Bairrada. No entanto, surge-me sempre uma dúvida nestes casos: há restaurantes que fazem parte, de caras, do meu TOP10 em Aveiro e que não surgem aqui…

Os menus disponíveis estão neste ficheiro pdf —> saborescomtradicaoementas.

Os restaurantes aderentes estarão devidamente assinalados quer a partir do exterior quer com menus próprios no interior e são os seguintes:
A Nossa Casa, À Portuguesa, Adega Tia Micas, Arco-da-Velha, Bacalhau & Afins, Cafeína dos Arcos, Cais da Tosca, Churrasqueira do Mercado, Giz Food & Drinks, Marinhas, Mercado do Peixe, Mestre do Leme, O Barril, O Centenário, O Lavrador, O Mercantel, Os Ceboleiros, Porta 36, Rebaldaria, Restaurante do Hotel Imperial, Restaurante Salpoente, Sombras Salgadas, Tasca do Sal, Tico-Tico e Trincadeira.

Tâmega e Sousa dão-se a conhecer

A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa), em articulação com os municípios que a integram e em parceria com a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) criou um evento enogastronómico para animar os meses de Dezembro a Abril.

A iniciativa, com o nome “TâmegaSousa Vinho Verde Wine Experience refere-se à CIM que está inserida na sua totalidade na Região dos Vinhos Verdes e agregando cinco das suas nove sub-regiões – sub-região de Amarante, sub-região de Baião, sub-região de Basto, sub-região do Paiva e sub-região do Sousa –,  um território de marcada tradição vitivinícola, sendo responsável pela produção de cerca de 50% do vinho da região dos Verdes.

Um produto de excelência que o programa enogastronómico TâmegaSousa Vinho Verde Wine Experience pretende promover junto de um público especializado, designadamente bloggers, críticos de gastronomia e vinhos, wine lovers, entre outros, dando-lhes a conhecer e a provar algumas das mais interessantes castas produzidas no Tâmega e Sousa, aliando-lhes a genuína e deliciosa gastronomia regional.

A decorrer entre 15 de dezembro e 20 de abril de 2018, o programa inclui um conjunto de jantares vínicos, num total de cinco, a realizar em quintas produtoras de Vinho Verde localizadas em cada uma das cinco sub-regiões do Tâmega e Sousa.

O primeiro jantar vínico já se realizou na Quinta da Raza, em Celorico de Basto, concelho integrado na sub-região de Basto, tendo sido dirigido pelo chef Marco Gomes e pelo enólogo António Sousa. Os restantes quatro jantares terão lugar no dia 19 de janeiro, na Quinta do Outeiro, em Castelo de Paiva (sub-região do Paiva), com o chef Álvaro Costa e o enólogo Jorge Sousa Pinto; no dia 16 de fevereiro, na Fundação Eça de Queiroz / Restaurante de Tormes, em Baião (sub-região de Baião), com o chef Nuno Diniz e o enólogo Rui Cunha; no dia 16 de março, na Casa da Calçada / Restaurante Largo do Paço, em Amarante (sub-região de Amarante), com o chef Tiago Bonito e o enólogo João Cabral de Almeida; e no dia 20 de abril, na Quinta da Aveleda, em Penafiel (sub-região do Sousa), com o chef Renato Cunha e o enólogo Manuel Soares.

Monção e Melgaço: Uma tarde de grande promoção vínica

Monção e Melgaço instalaram-se na passada segunda-feira, dia 27 de Novembro, na Casa do Vinho Verde, a sede da Comissão Vitivínicola dos Vinhos Verdes, no Porto, para um final de tarde grandioso de forma a provar a profissionais do ramo (distribuidores, garrafeiras, restauração, entre outros) que os vinhos Alvarinho de Monção e Melgaço harmonizam com os pratos tradicionais e os reinventados para este Natal.

Foram convidados seis chefes, de seis casas (a maioria do norte mas com a contribuição de Joaquim Almeida, de Évora) que deram a conhecer a sua criatividade em seis propostas (duas sobremesas, uma entrada e dois pratos) para momentos de Natal que harmonizassem com vinhos Alvarinho da sub-região de Monção e Melgaço.

A verdade é que os pratos estiveram em grande nível, os chefes mostraram-se simpáticos e comunicativos e os vinhos… combinações quase perfeitas, em que mais do que a capacidade de harmonização plena (perfeitamente conseguida), foi o gosto pessoal que permitiu, nalguns casos, destrinçar o “vencedor” de cada uma das harmonizações.

Em termos pessoais, serviu para conhecer marcas e referências ainda pouco conhecidas (o Poema Reserva e o Rebouça (especialmente o espumante)), e contactar com produtores presentes já consolidados no mercado.
Parabéns, e esperemos que para o ano haja mais. Visite o Facebook do Magnum Wine Club para mais fotos do evento.

Portugal com mais 2 estrelas e 2 restaurantes com estrelas Michelin

Os resultados do Guia Michelin Espanha e Portugal 2018 foram anunciados na quarta-feira, dia 22 e já sabemos que há dois novos restaurantes portugueses a receber uma estrela. São eles: o Vista, do hotel Bela Vista, na Praia da Rocha (Portimão), do chefe João Oliveira, e o Gusto, do Hotel Conrad, na Quinta do Lago (Almancil), que tem o alemão Heinz Beck como chefe consultor. De realçar que Tiago Bonito conseguiu, em seis meses, segurar a estrela obtida pelo André Silva no Largo do Paço, o que não é normal pois os fiscais do Guia costumam “multar” estas mudanças de chef.

A lista completa dos restaurantes Michelin é esta, com clara expressão maior em Lisboa e Algarve

1 estrela

Alma (Lisboa, chef Henrique Sá Pessoa)
Antiqvvm (Porto, chef Vítor Matos)
Bon Bon (Carvoeiro, chef Rui Silvestre)
Casa de Chá da Boa Nova (Leça da Palmeira, chef Rui Paula)
Eleven (Lisboa, chef Joachim Koerper)
Feitoria (Lisboa, chef João Rodrigues)
Fortaleza do Guincho (Cascais, chef Miguel Rocha Vieira)
Gusto by Heinz Beck (Almancil, Chef Heinz Beck e Daniele Pirillo)
Henrique Leis (Almancil, chef Henrique Leis)
LAB by Sergi Arola (Sintra, chefs Sergi Arola e Milton Anes)
L’AND (Montemor-o-Novo, chef Miguel Laffan)
Largo do Paço (Amarante, chef Tiago Bonito)
Loco (Lisboa, chef Alexandre Silva)
Pedro Lemos (Porto, chef Pedro Lemos)
São Gabriel (Almancil, chef Leonel Pereira)
Vista (Portimão, chef João Oliveira)
William (Funchal, chefs Luís Pestana e Joachim Koerper)
Willie’s (Vilamoura, chef Willie Wurger)

2 estrelas

Belcanto (Lisboa, chef José Avillez)
Il Gallo d’Oro (Funchal, chef Benoît Sinthon)
Ocean (Alporchinhos, chef Hans Neuner)
The Yeatman (Vila Nova de Gaia, chef Ricardo Costa)
Vila Joya (Albufeira, chef Dieter Koschina)

Wine Fest 2017 do Porto no sábado!

O próximo sábado, dia 18, obriga-nos a pensar em ir ao Porto. Mais especificamente ao Salão Nobre da Alfândega do Porto que recebe mais de 30 produtores de vinhos e espumantes. É a repetição, dado o sucesso da primeira edição, do Wine Fest Porto, um evento do Luís Gradissimo que vale a pena, pela qualidade e consistência dos produtores. 300 referências de 11 regiões portuguesas estarão presentes num evento que se realiza entre as 15h00 e as 20h00, no Salão Nobre do edifício da Alfândega do Porto.

Para além das presenças (que estão aqui numa lista embaixo) A organização conta com outros motivos para levar os enófilos a ir lá, infelizmente esgotadas: Os apreciadores de vinhos que garantiram lugar, vão poder usufruir de três ‘Provas Especiais’: “Casa da Passarella – 125 Anos de História” (Dão); “Os segredos de Joaquim Arnaud” (Alentejo); e “Horácio Simões – Uma história à volta do Moscatel Roxo” (Península de Setúbal).

Neste dia o Wine Club Portugal comemora três anos de atividade e a data ficará assinalada com a apresentação da nova marca, que servirá também de assinatura às edições WINE FEST Lisboa e Porto, já a partir de 2018.

A entrada no evento tem o valor de 10€ e os bilhetes estão disponíveis na Ticketline, on-line e nos locais habituais como Fnac, Worten, El Corte Inglés ou Agências Abreu, por exemplo.

PRODUTORES PRESENTES NOWINE FEST 2017 PORTO
Vinho Verde: Vinho Verde Young Projects; Quinta do Ferro; Quinta do Regueiro, Pessoa Wines.
Douro: Pessoa Wines; Esmero; Quinta de Ventozelo; Vieira de Sousa; Quinta da Rede; Vinilourenço; Maçanita Vinhos; Dalva; Messias.
Vinho do Porto: Dalva; Messias; Blackett.
Trás-os-Montes : Casal Faria; Do Joa.
Bairrada Quinta dos Abibes; Casa de Saima; ; Quinta das Bágeiras; Messias.
Dão: Messias; Casa da Passarela; Quinta Vale do Cesto; Quinta de Lemos.
Beira Interior: Quinta do Cardo.
Tejo: Romana Vini.
Lisboa: Quinta de Pancas; Câmara Municipal de Oeiras – Carcavelos; Romana Vini; Joaquim Arnaud.
Península de Setúbal e Moscatel de Setúbal: Horácio Simões.
Alentejo: Herdade do Arrepiado Velho; Monte da Ravasqueira; Joaquim Arnaud; Vinha das Virtudes; Lima Mayer; Fita Preta Vinhos.

Marcas apostam no design

Este artigo reúne 3 produtos mas com uma característica: a aposta no design. Ou para vender mais no natal ou para dar um cunho mais signifcativo a uma imagem de marca.

Comecemos pela 100 Hectares. O último vinho deles, o Sousão, mantém os traços distintos de Miguel Freitas que assina o rótulo, a garrafa e a caixa do mais recente lançamento da marca do Douro, 100 Hectares Sousão. O rótulo segue a linha dos já criados para outras gamas da marca, mas para a embalagem houve necessidade de uma nova versão, uma vez que o objetivo era acolher duas garrafas.
Assim, a caixa apresenta um padrão em quadrados, dando continuidade aos rótulos, mas com textura em relevo.

Já a CARM lança duas caixas dirigidas ao Natal. Uma, para duas garrafas, dirigida ao vinho CARM Tinto. A outra, para o Reserva Tinto, individual. Sugerem prendas entre os 15 e os 20 euros, claro 🙂

 

 

Quinta Nova ganha prémio de enoturismo

O serviço de enorme qualidade associado à elegância dos vinhos apresentados na proposta de enoturismo da Quinta Nova foram reconhecidos pelo guia de luxo inglês Luxury Travel Guide através da atribuição do prémio Luxury Hotel & Winery Of The Year 2018. Esta distinção surge depois da prestigiada Conde Nast Traveller, revista também britânica, ter descrito a Quinta Nova Nossa Senhora do Carmo como a “Jóia escondida” do Douro, na edição especial do seu 20º aniversário.

O guia inglês Luxury Travel Guide reconhece os melhores em cada uma das categorias no segmento de luxo, com um alcance de mais de meio milhão de pessoas em todo o mundo, e representa o auge das conquistas do setor das viagens e turismo.

Luisa Amorim, administradora da Quinta Nova, afirma “É um enorme reconhecimento para a Quinta Nova ser distinguida pelo terceiro consecutivo por um guia com esta relevância no setor. Esta última atribuição é particularmente especial uma vez que valoriza a essência da proposta da Quinta Nova, exaltando o projeto no seu âmago, ou seja o casamento perfeito entre o mundo do vinho e do enoturismo.”

Jornadas de Enoturismo na Bairrada a 7 e 8 de Novembro

As sétimas Jornadas de Enoturismo realizam-se este ano na Bairrada, no Grande Hotel do Luso. Quatro painéis, algumas visitas e provas são face mais visível do evento, que é incluído na Semana do Enoturismo, que contempla acções nas cinco regiões vitivinícolas do Centro de Portugal.

O programa, que está disponível no site, bem como os oradores convidados, contempla quatro painéis, sobre a Sustentabilidade, Património, Enogastronomia e Termalismo, Saúde e Vinho. Caves como a Aliança, Messias, São João e Quinta do Encontro serão alguns dos locais visitados pelos participantes. Este tema será também o assunto do podcast de hoje e estaremos presentes no evento, durante os dois dias.