Gastronomia a Bordo anima Ílhavo entre 14 e 18 de Novembro

De 14 a 18 de novembro, Ílhavo embarca numa aventura de degustação, que nos remete para as longas campanhas de pesca do Bacalhau nos mares gélidos do Atlântico Norte.

Durante o festival será também possível “mergulhar” no património gastronómico nacional, através de visitas a estaleiros, museus, fábricas, lotas, navios e também a outros equipamentos de transformação e preparação alimentar. O Festival Gastronomia de Bordo apresenta-se, assim, numa homenagem à cozinha tradicional portuguesa, e bacalhoeira, tendo como “porto seguro” catorze restaurantes do Município de Ílhavo, num modelo contemporâneo e inovador, suportado nos sabores e nas tradições a bordo dos bacalhoeiros projetados em experiências e especialidades gastronómicas únicas e particulares.

O Festival Gastronomia de Bordo projeta para os dias de hoje a gastronomia, tradicionalmente produzida a bordo das embarcações de pesca longínqua. Exemplo disso é a famosa Chora, uma sopa feita com a cabeça do bacalhau que deu mote a alguns ditos entre os homens nos navios “quem come chora, tem de cá voltar!”.

Eram servidos pratos como a feijoada de chispe, feijão assado, caldeirada de espinhas de bacalhau, bacalhau frito, o “pão da pana” e o “queque dos domingos”, entre outros, comida retemperante para climas hostis e mares inóspitos enfrentados por heroicos pescadores…

Às memórias gastronómicas de bordo não serão alheios os processos tradicionais de conservação dos produtos da pesca: a “cura tradicional portuguesa”, o peixe fresco, a salga, a seca e as conservas.

Sentidos de Mar – Programa

Restaurantes aderentes:

» A Praia do Tubarão

» Bela Ria

» Canastra do Fidalgo

» Cantina Bar da Lota

» Duna do Meio

» Estrela do Mar

» Maradentro

» Marisqueira Barra

» Marisqueira da Costa Nova

» Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel

» O Gafanhoto

» O Navegante

» Salsus

» Traineira

Experiencias e Especialidades

 

No sábado, gastronomia e espumantes vão casar a Oliveira do Bairro

O Gustavo Maya e toda a equipa do Hotel Paraíso fecham com chave de ouro as Galas Gastronómicas das Estrelas da Bairrada com uma quinta edição que conta com 7 chefs oriundos ou com fortes ligações à Bairrada e com sete espumantes de sete produtores. Uma orgia de bom comer e beber na qual poderá ainda participar pois há (poucos) lugares disponíveis – inscrições por telefone, com toda a informação aqui.

Na cozinha irão brilhar os chefs Armindo Alves, Delfim Soares, Eduardo Maya, Flávio Silva, Gerson Oliveira, Nuno Cabral e Waldeci Marreiros enquanto que as casas produtoras serão algumas que passaram pelas outras galas. E o modelo é igual ao da primeira edição: sete produtores, sete espumante para sete pratos de sete chefs!

O evento contará assim com a presença de

  • Casa do Canto
  • Caves da Montanha
  • Declynio
  • Fernando Martins
  • Quinta dos Abibes
  • Quinta do Alvadeo
  • Quinta do Rifas

Uma noite que poderão recordar daqui a uns dias, num podcast perto de vocês 🙂

De regresso


Por razões nada felizes, tive que fazer umas “férias” do podcast, do magnumwineclub e até dos vinhos. Como muitos sabem, não foi nada comigo mas algo profundamente pessoal que me afectou e à minha vida. Mas tudo tem que andar para a frente e um mês depois do que aconteceu, estou de volta. Entre hoje e amanhã terão mais novidades – introduzirei os 5 podcasts em atraso nas respectivas datas, darei contas das novidades e retomarei a publicação regular. Para a frente é mesmo o caminho e um brinde a todos!

Enóphilo estende-se a Coimbra já este fim de semana!

A primeira edição do Enóphilo Wine Fest em Coimbra decorre no sábado, dia 9 de junho a partir das 15h00 no Convento São Francisco. Os apaixonados de vinho da zona centro têm assim a hipótese de provar mais de 200 vinhos, por apenas 5 euros.

A primeira edição do ENÓPHILO WINE FEST COIMBRA é, para Luís Gradíssimo, o organizador, um objectivo há muito ambicionado, pois “o vinho também é cultura e conhecimento”, e Coimbra é uma cidade “dinâmica, com pessoas ávidas de mais informação vínica”.

OS PRODUTORES

Vinho Verde: Quinta do Ferro; Quinta do Outeiro; Quinta do Regueiro; Covela; Vinho Verde Young Projects (Vale dos Ares, Quinta de Santiago, 100 Igual, Cazas Novas); Anselmo Mendes.

Douro e Porto: Quinta da Rede; Vinilourenço; Quinta da Costa do Pinhão; Vieira de Sousa.

Trás-os-Montes: Quinta do Gago; Do Joa.

Dão: Casa Anadia; Quinta de Lemos.

Bairrada: Joaquim Arnaud; Quinta dos Abibes; Giz by Luis Gomes; Quinta da Lagoa Velha; Quinta das Bágeiras; Kompassus

Beira Interior: Quinta do Cardo; Anselmo Mendes

Tejo: Romana Vini; Casal Branco; João Barbosa

Lisboa: Quinta de Pancas; Joaquim Arnaud; Infinitude; C. M. Oeiras – Vinho Carcavelos; Romana Vini; Quinta do Lagar Novo.

Península de Setúbal: Joaquim Arnaud; Herdade do Cebolal; Herdade do Portocarro.

Alentejo: Joaquim Arnaud; Vinha das Virtudes; João Barbosa.

O ENÓPHILO WINE FEST COIMBRA, vai contar com três provas especiais, com lugares limitados, e que serão oportunidades únicas para desfrutar de vinhos normalmente únicos.

Às 15h30 realiza-se a prova “QUINTA DO CARDO: PASSADO, PRESENTE E FUTURO”. Uma prova entre brancos e tintos que percorre a história da Quinta do Cardo, emblemático produtor da região da Beira Interior. Nesta prova serão apresentados alguns dos mais extraordinários vinhos produzidos nos últimos 40 anos. Compreenda a sua evolução e conheça de perto este terroir de altitude.

Depois, às 17h00 será a vez do produtor Sem Igual, demonstrar o potencial dos seus vinhos com a prova que intitulou “UMA VERTICAL SEM IGUAL”, na qual será possível provar todas as colheitas produzidas por este pequeno produtor da região do Vinho Verde, com vinhos brancos feitos com base nas castas Arinto e Azal. A começar com a antevisão da colheita 2017, será uma sucessão das colheitas produzidas, onde se poderá provar não só as diferenças naturais entre anos, como também a evolução que estes vinhos entretanto tiveram. A prova será conduzida por João Camizão, o produtor dos vinhos Sem Igual, num momento intimista e de partilha dos seus vinhos e experiências.

Por fim, às 18h30 realiza-se a prova “VILLA OEIRAS: COLHEITAS COM HISTÓRIA”. Uma prova vertical de várias colheitas do Vinho de Carcavelos, o Villa Oeiras, produzido pela Câmara Municipal de Oeiras. Um momento histórico, uma prova rara onde será possível provar vinhos em estágio e perceber a evolução ao longo do tempo.

Os bilhetes estão à venda na TicketLine on-line e na rede de aderentes, locais como Fnacs, Wortens e Centro Comercial Dolce Vita, por exemplo. O bilhete tem um valor de 5€ em pré-venda e no dia do evento custará 10 euros. As três Provas Especiais têm lugares limitados, o acesso a cada uma custa 20€. Quem não quiser perder nada tem o Pack Enóphilo por 50€ que inclui, também, a entrada no evento. A organização disponibiliza, a título de empréstimo, um copo Schott Zwiesel para degustação de mais de 200 vinhos.

Conheça aqui a listagem dos vencedores da Confraria dos Enófilos da Bairrada

Aqui fica a lista dos premiados do XXXVIII CONCURSO DE VINHOS DA CONFRARIA DOS ENÓFILOS DA BAIRRADA dados a conhecer na sexta-feira passada. Não esquecer, para os enófilos menos conhecedores da Bairrada, que estes vinhos estão em “primor” com excepção dos vinhos já identificados como fazendo parte de produtos finais (caso do São Domingos 2017 ou do Baga/Pinot do Poço do Lobo). Isto é, daqui por alguns anos é que conhecerão os vencedores dos tintos 🙂

TINTOS
1º – ADEGA DE CANTANHEDE – Lote de 50 Barricas

2º – CASA DO CANTO – Depósito 23

3º – QUINTA DA AGUIEIRA – Pipo 11

BRANCOS
1º – CASA DE SAIMA – Lote de Barricas

2º – CAVES SÃO DOMINGOS – São Domingos 2017

3º – ADEGA DE CANTANHEDE – Depósito 3

ROSÉS
1º- QUINTA DA MATA FIDALGA – Blush Rosé

2º – CAVES SÃO JOÃO – Quinta do Poço do Lobo Baga/Pinot Noir

3º – CAVE CENTRAL DA BAIRRADA – Depósito 7

Saiba quais os bairradinos premiados no Concurso dos vinhos de Portugal

Num podcast recente referimos os vencedores do Concurso Vinhos de Portugal deste ano. Mas entretanto houve algumas alterações/correcções e novidades e o blog pediu esclarecimentos à organização do concurso, a ViniPortugal. Através da agência de comunicação, recebemos a listagem completa dos vinhos certificados Bairrada que receberam medalhas e que damos a conhecer aqui.

Os nossos parabéns a todos os premiados. A ordem aqui colocada foi enviada pela organização.

Aliança Vinhos de Portugal Aliança Baga Clássico By Quinta da Dôna 2011 Grande Ouro
PositiveWine,lda Flutt 2015 Grande Ouro
Luis Pato Unip Lda Quinta do Moinho 2000 Grande Ouro
ADEGA COOPERATIVA DE CANTANHEDE, CRL MARQUÊS DE MARIALVA  – Baga Reserva 2014 Ouro
ADEGA COOPERATIVA DE CANTANHEDE, CRL MARQUÊS DE MARIALVA – Arinto Grande Reserva 2014 Ouro
Caves São João, Lda. QUINTA DO POÇO DO LOBO ARINTO & CHARDONNAY 2015 Ouro
CAVES DA MONTANHA – A. HENRIQUES, SA. A. HENRIQUES SUPER-RESERVA 2016 Ouro
Quinta doOrtigão – Sociedade Agroturistica, Lda Vinho Tinto Ortigão Reserva 2014 Prata
Quinta dos Abibes Quinta dos Abibes, Espumante Arinto e Baga 2013 2013 Prata
CAVES DA MONTANHA – A. HENRIQUES, SA. A. HENRIQUES 2013 Prata
Anadiagro Lda Casa do Canto, Baga@Bairrada 2015 Prata
Soociedade Agrícola e Comercial dos Vinhos Messias, S.A. MESSIAS GRANDE CUVÉE MILESIME BRUTO 2013 Prata
Global Wines Encontro 1 2013 Prata
ADEGA COOPERATIVA DE CANTANHEDE, CRL MARQUÊS DE MARIALVA – Extra Bruto Cuvée 2012 Prata
Rui Lucas PRIOR LUCAS – Tinto – Baga Tinta-Roriz Syrah 2015 Prata
Luis Pato Unip Lda Pato Rebel branco 2017 Prata

Uma tarde fantástica a descobrir a casta BAGA – Em Prova Cega!

Cerca de duas dezenas de apaixonados estiveram recentemente em Aveiro, no Restaurante SALPOENTE (que, diga-se, nos recebeu como verdadeiros príncipes do vinho) para aprender e muito sobre a casta BAGA.

Não entrando em discussões sobre se nasceu na Bairrada ou no Dão ou nos dois, o trajecto que foi feito foi temerário: proporcionou-se aos presentes um verdadeiro teste aos sentidos – (re)conhecer a casta!

Deixou-se de lado os vinhos que “gritam” Bairrada por todo o lado, pelo estilo, pela força, pelos taninos. Fomos tentar descobrir onde é que temerários produtores plantam a casta fora da Bairrada. Demos espaço a alguns dos jovens que estão a reinterpretar a casta (ou como outros dizem, voltando a métodos antigos) e misturámos tudo!

Depois de uma alocução sobre a casta pela mão do grande Ataíde Semedo, o grupo, constituído por alguns tarimbados em provas cegas, variadíssimos neófitos nestes metiers e alguns enólogos ou profissionais do sector, teve que “suportar” estoicamente 18 vinhos, não sabendo se estavam a beber Bagas feitos na Bairrada ou fora dela.

É que o desafio também foi esse! Desde o início, o Magnum Wine Club/Bairrada Wine Passion, com o apoio dos Cegos por Provas, quis juntar TODOS os vinhos com casta BAGA criados fora da Bairrada com os Bagas da Nova Geração (ou feitos como os antigos).

Conseguiu-se um plantel de grande nível. Praticamente todos os produtores de fora da Bairrada estiveram presentes e alguns da Bairrada. Aqui ficam os nomes dos que aceitaram o nosso desafio.

Fita Preta (António Maçanita) do Alentejo: Adega Camolas e Quinta Brejinho da Costa, de Setúbal; das Terras de Sicó, o Monte Formigão; pela Beira Interior, a Quinta dos Termos e pelo Douro, a Quinta de Vale Meão.

O “plantel” da Bairrada compunha-se de Ares da Bairrada (Regateiro), Ataíde Semedo, Campolargo, Caves Messias, GIZ, Pedro Guilherme Andrade, Vadio e VPuro.

Em termos globais, foi muito interessante verificar as conversas entre os presentes, muitas vezes sem saberem qual a “região” dos vinhos – cada flight tinha vinhos que eram “ou da Bairrada” ou de fora da Bairrada” mas no global o que foi mais curioso, sem dúvida, foi o espanto sobre os estilos, as formas de fazer e de trabalhar a casta BAGA.

A prova foi sobretudo educativa e por isso não serão publicados os resultados gerais, apenas acessíveis aos produtores presentes e aos participantes. Queremos no entanto referi r que a qualidade global foi muito interessante, com a constância das classificações (1 ponto a separar mais de metade dos vinhos em prova numa escala 10-20) e algumas surpresas.

Poderemos, de qualquer forma, dar os parabéns a todos os produtores, referindo que os vinhos Monte Formigão 2015 (Terras de Sicó) e Comendador Costa Reserva 2014 foram os que mais agradaram no sector dos “fora da Bairrada enquanto que entre os participantes da Bairrada, alguns dos preferidos foram o Grande Vadio 2013, o Ataíde Semedo Grande Reserva 2015, o Vinho D’Anita 2015 (Ares da Bairrada) e o Giz Quinta das Cavaleiras.

Muitos ficaram agora rendidos a todos os Bagas, desde os clássicos a este tipo de produtos e acreditamos que, só por isso, a prova já tenha validado a pena!

Aprender os truques de secar o bacalhau…

Depois da degustação e respectiva análise sensorial e dos pormenores sobre a demolha do bacalhau, eventos realizados nas últimas semanas, o ciclo da UNAVE e da Câmara Municipal de Ílhavo sobre o Bacalhau termina com uma workshop dedicada à secagem do mesmo, e por isso, às diferenças entre as diversas curas.

Segunda-feira, dia 09, pelas 18.30h, na empresa Bacalhau de Barents (Cais Bacalhoeiro, Gafanha da Nazaré), com a presença de Fernando Neto, professor do Departamento de Engenharia Mecânica (UA) e António Ribau, administrador da empresa Bacalhau do Barents.

As entradas nos eventos do ciclo Bacalhau Com Saberes são gratuitas, mas sujeitas a inscrição, através do endereço eletrónico josecmaximino@ua.pt ou do telefone 96 347 22 10.

Mais um workshop para saber mais sobre o bacalhau!

Falar de bacalhau é falar de Ílhavo. É falar da identidade de um povo. Das raízes e das suas gentes. De cultura e de histórias, que se entrecruzam e confundem. Mas falar, hoje, de bacalhau é, também, falar de tecnologia e de inovação É falar de uma realidade social, económica e cultural pungente que, ancorada na tradição ancestral, se constrói, expande e projeta a partir da tradição, do progresso tecnológico e do conhecimento científico.

Desenvolvido pela UNAVE-Associação para a Formação Profissional e Investigação da Universidade de Aveiro (em resposta a um desafio da Câmara Municipal de Ílhavo), o ciclo Bacalhau Com Saberes (*) prossegue na próxima quarta-feira, 28 de março, com um workshop dedicado à demolha.

Quais são as boas práticas e que segredos encerra uma boa demolha. A demolha tradicional e os novos processos. Redução tempo de demolha, otimização de processos, poupança energética, etc… são questões que vamos explorar, colocando em confronto, num ambiente descontraído, o saber científico (produzido na Universidade) e o saber de experiência feito (próprio do mundo empresarial).

workshop terá lugar no navio museu Santo André, na Gafanha da Nazaré, a partir das 18h30, contando com intervenções de Jorge Saraiva, professor, investigador e diretor da licenciatura em Biotecnologia da Universidade de Aveiro, e Guedes Vaz, diretor industrial da empresa Rui Costa e Sousa & Irmão.

Para 9 de abril, anuncia-se já um terceiro workshop, desta vez dedicado à secagem do bacalhau:

“Secagem: do ar livre para o frio” | 9 Abril | 18h30
Local: Empresa Bacalhau do Barents (Gafanha da Nazaré)

Conteúdos: Os novos processos, o frio, redução do tempo de seca, poupança energética, etc… Cura tradicional/cura amarela.

Intervenientes: Fernando Neto, professor do Departamento de Engenharia Mecânica (UA) e António Ribau, administrador da empresa Bacalhau do Barents.

As entradas nos eventos do ciclo Bacalhau Com Saberes são gratuitas, mas sujeitas a inscrição, através do endereço eletrónico josecmaximino@ua.pt ou do telefone 96 347 22 10.

Jantar do Fumeiro no Salpoente foi… saboroso do inicio ao fim

Há semana e meia tive a oportunidade de estar num jantar a seis mãos com a inspiração de Montalegre e a versatilidade dos nossos enchidos, do nosso fumeiro. Não perdi a oportunidade e correu bastante bem. Também tinha a oportunidade, como enófilo que sou, de revisitar os vinhos Head Rock, de Trás-os-Montes, que já conhecia mas que não tinha recordações há algum tempo.

O inicio foi bastante cativante. A mestria do corte de chef Vitor Oliveira, que nos proporcionou um presunto local de elevada qualidade, foi bem acmpanhada de enchidos vários e o branco da Head Rock que dava a frescura (o Alvarinho nestas condições é uma casta curiosa…) que as entradas exigiam. Depois de um belo momento de convívio, os chefs Duarte Eira e Marco Gomes (do Oficina, do Porto) deram largas à sua imaginação, cruzando produtos locais e sabores tradicionais em pratos com um colorido e sabor delicioso. Os produtores da Head Rock estiveram presentes e foram dando referências dos vinhos em prova, cujas harmonizações calharam bastante bem. Bonito, bom, delicioso, o que mais se quer de uma jantar de sábado?