E os vencedores do Bairrada Vinho e Sabores foram…

Por favor, não criem títulos a dizer que o melhor espumante da Bairrada é… o vencedor. Quando um vinho ganha um concurso, ganha um concurso com certas regras, com um júri e com uns certos concorrentes.

O vencedor do concurso de espumantes inserido no Bairrada Vinhos e Sabores foi o “São Domingos Elpídio 80 branco 2011”, uma edição limitada (4.821 garrafas) de um espumante premium, que a Caves do Solar de São Domingos acaba de lançar para celebrar a efeméride dos 80 anos da empresa e uma homenagem ao seu fundador, Elpídio Martins Semedo.

De entre os mais de 50 espumantes a concurso – que se realizou na manhã de sábado no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, perante um painel de jurados composto por jornalistas, críticos de vinhos, enólogos e representantes do comércio –, foram 13 os laureados com Medalha de Ouro.

O ‘Concurso Espumantes Bairrada’ acontece de dois em dois anos, intercalado com o ‘Concurso de Vinhos e Espumantes Bairrada’. A última edição foi em 2015 e a Grande Medalha de Ouro foi também atribuída a um espumante da Caves do Solar de São Domingos: o ‘Lopo de Freitas branco 2010’.

O ‘São Domingos Elpídio 80 branco 2011’ é um espumante com Denominação de Origem Bairrada produzido pelo método clássico – segunda fermentação em garrafa – e resultado da combinação das castas Pinot Noir (50%) e Pinot Blanc (50%), invulgar na produção de espumantes na região.

Lista de Vencedores Concurso de Espumantes Bairrada 2017

Grande Medalha de Ouro

São Domingos Elpídio 80 branco 2011 (Caves do Solar de São Domingos)

Medalhas de Ouro

Aliança Baga Bairrada Reserva branco 2014 (Aliança Vinhos de Portugal)

Campolargo Cercial branco 2013 (Manuel dos Santos Campolargo)

Faina Maior Baga Bairrada branco 2014 (Caves São João)

Flutt branco (PositiveWine)

Luiz Costa Pinot Noir Chardonnay branco 2014 (Caves São João)

Montanha Baga Bairrada Grande Cuvée branco 2013 (Caves da Montanha)

Montanha Grande Cuvée Chardonnay-Arinto branco 2010 (Caves da Montanha)

Primavera Baga Bairrada branco 2015 (Caves Primavera)

Quinta do Poço do Lobo Baga Bairrada branco 2014 (Caves São João)

Quinta dos Abibes Arinto-Baga Reserva branco 2013 (Quinta dos Abibes)

São Domingos Baga Bairrada branco 2013 (Caves do Solar de São Domingos)

São Domingos Velha Reserva branco 2013 (Caves do Solar de São Domingos)

Unum Touriga Nacional branco 2012 (Caves Primavera)

Este post não tem fotografia do vencedor. Acho que todos sabem a razão.

E decorreu a quinta edição do Bairrada Vinho e Sabores…

Como foi garantido, este blog esteve presente no Bairrada Vinho e Sabores. Nunca falhámos uma edição e por isso também não falharíamos esta. Mas como enófilos, fizémos um certo programa paralelo 🙂 Já contaremos tudo, e referimos o que entendemos estar bom, mais ou menos, e a necessitar urgentemente de alteração.

O evento nunca esteve cheio – e o termo de comparação dos outros anos foi igual: a sexta-feira e o sábado mas isso é uma pescadinha de rabo na boca: dá para circular e chegar aos stands e não há encontrões… O espaço é grande (dai dar a sensação de não estar “repleto”) e o número de participantes é limitado.

Aqui estamos no segundo ponto: pelo menos dois/tres produtores novos estiveram presentes (Lagoa Velha, Positive Wine e Terras de Sicó) e não faltou nenhum dos óbvios e bons nomes da Bairrada. Tendo em conta o mercado, neste parâmetro está impecável.

Terceiro ponto: a presença dos produtores e dos vinhos. Aqui é que o problema surge mais amplificado, nomeadamente quando estamos a falar das marcas mais fortes. Mas mesmo assim, na grande maioria das casas, somos recebidos pelos produtores ou enólogos. Alguns falham ou não estão presentes (e a vindima não desculpa tudo) o que se nota. Posso dar o exemplo que em Nelas, no fim de semana passado, a grande maioria das casas estavam os produtores. E isso para os enófilos conta muito.  Quanto aos vinhos, é natural que com produtos “topo de gama” em quantidades diminutas, os produtores não o tragam para a feira. Nada contra. Estratégias. Outros, inteligentes, seleccionam os clientes e usam a conhecida técnica da “garrafa debaixo da mesa”. Perfeito. É que os críticos não se podem esquecer que é uma feira de entrada livre. Deixamos uma sugestão, muito boa, para futuras edições.

Quarto ponto: O programa. Que foi mais do mesmo. Acrescentaram os jantares dos produtores – no local – ao invés os jantares no Velódromo. E acrescentaram o concurso de fotografia. Em relação às provas comentadas, ao invés de figuras nacionais (João Afonso e Fernando Melo) recorreram ao João Filipe Soares (enólogo da Messias) e ao Francisco Antunes (Enólogo da Aliança). O Luís Lopes continua a fazer a sua prova mais superlativa, no sábado às 18h ( o que corta a participação dos que querem estar a ver stand, mas entende-se pois a programação da organização não é a nossa).

No geral, o Bairrada Vinho e Sabores é um conceito semelhante a outros, que ao enófilo interessa e ao público em geral interessa muito. E como é para eles que a Feira é dirigida, só aconselho alguma reflexão sobre as sugestões abaixo.

Pontos positivos: Entrada Livre – Franca Participação dos Produtores – Produtos à disposição, no geral

Pontos mais ou menos: Temperatura de serviço nos tintos – falta de preparação de alguns jovens para enófilos com mais conhecimento – Falta de animação que agarre o público – Falta de informação sobre o preço dos copos (que era bem acessível)

Sugestões de Melhoria: Programação extra-feira (inexistente) – Entrada Premium com direito a “outros vinhos” – Programação musical para o público em geral se deslocar ao local.

As fotos completas dos vinhos provados estão no Facebook do Magnum Wine Club

Bairrada com evento vínico já este fim de semana

O evento vínico mais representativo da Bairrada vai para a sua quinta edição. Quatro anos com o nome Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada, surge este ano com o nome Bairrada Vinhos & Sabores, devido às mudanças editoriais da equipa que faz a produção do evento, cuja organização. continua a ser responsabilidade dos principais motores vinicos da região: a Rota da Bairrada e a CVR com o apoio financeiro do Turismo do Centro de Portugal.

36 stands com igual número de produtores presentes fazem desta feira um local único para iniciantes, enófilos e apaixonados do vinho e dos vinhos bairradinos conseguirem provar, beber e experimentar marcas clássicas e recentes. E esta feira permite também conjugar os vinhos com os sabores, seja o omnipresente Leitão seja outras, igualmente excelentes, iguarias.

Mas vamos a factos: as informações estão no site http://bairrada.grandesescolhas.com mas fica aqui o resumo: abre na sexta às 17h, estando aberto até às 22h. No sábado o horário é 15-22h e no domingo, um pouco menos, entre as 15-20h. O local, desde sempre, é o Velódromo de Sangalhos, incluindo para os jantares temáticos, sendo apenas o Museu do Vinho, em Anadia, a casa emprestada para uma das provas vínicas aguardadas.

Para quem puder, há 3 provas vínicas comentadas por Francisco Antunes (Aliança) – espumantes da Bairrada -. João Sores (VPuro e Messias) sobre os brancos e tintos – e no sábado, “Bairrada de ontem e de hoje, em viagem por um terroir único”, uma prova conduzida por Luís Lopes.

A entrada é livre, segundo o site. A nossa experiência em eventos vínicos deste estilo é que, para provar, é necessário um copo de prova, que se compra, com porta-copos, por cerca de 2,5 ou 3 euros. Mas como não temos outra informação, nem isso é referido no site, não sabemos se este ano oferecem o copo.

Aqui ficam os produtores. Boas provas!

Este evento será o tema de hoje do podcast Magnum Wine Rádio que regressa de férias na RVN (Rádio Vila Nova) às 21h.

Prova da Quinta de São José na Garrafeira 5 Estrelas

A Sofia Prazeres desceu a Aveiro para uma prova dos vinhos da Quinta de S.José na Garrafeira 5 Estrelas. Como é óbvio, e sendo em plena época de vindimas, o marido, produtor e enólogo João Brito e Cunha não a pode acompanhar.

Sofia deu-nos a conhecer um pouco da localização da vinha e quinta, da filosofia da produção dos vinhos e conseguimos provar a gama quase completa do ano de 2014 (nos tintos) com excepção do Grande Reserva, de 2013. Os brancos (colheita e Reserva) eram de 2016.

Saliente-se o Touriga Nacional e o Reserva, enquanto que o Colheita Branco sobressaia, pois o Reserva mostrava ainda ser “novo” e precisar de algum tempo em cave para estar no auge.

 

Feira do Vinho do Dão este fim de semana!

Já na sua 26ª edição a Feira do Vinho do Dão, em Nelas, é um bom motivo para partir à descoberta dos honestos e apaixonantes vinhos do Dão e, aproveitando, conhecer a região, as suas gentes e a sua gastronomia.

O programa é o habitual deste tipo de eventos, este ano abrilhantado com uma prova de vinhos dos candidatos (brancos e tintos) para o primeiro concurso Alberto Vilhena e dois eventos com a participação do Chef Diogo Rocha, do Mesa de Lemos.

Praticamente a grande maioria dos produtores da região estarão presentes e nesta feira costuma decorrer venda directa de garrafas. Uma boa opção para “preparar” a garrafeira para o Inverno e conhecer produtos novos que habitualmente não encontra.

Estaremos por lá e depois diremos como correu!

Quinta da Basília e M&M no Meliã Ria

Dois produtores apoiados na região de Aveiro pelo mesmo distribuidor (Vintage Pink) foram as estrelas do último jantar vínico ocorrido no Meliã Ria, que decorreu, como sempre, na última sexta-feira do mês de Junho.

Quinta da Basília e a Cave Central da Bairrada, através da sua marca estrela, os espumantes M&M estiveram em despique. Mas a componente gastronómica casou de forma exemplar com os vinhos e tornou tudo muito mais simples. Pela parte da Cave Central da Bairrada estiveram disponíveis os espumantes m&m gold edition rosé e m&m gold edition branco bruto. O primeiro acompanhou os canapés e o segundo a entrada. Completamente aprovados, para quem conhece o estilo destes espumantes.

Por parte do duriense Carlos Lebres, proprietário da Quinta da Basília, os vinhos que chegaram à mesa são o Basília branco colheita 2016, Basília tinto colheita 2010 e o Quinta da Basília Vinhas Velhas 2010 Premium

Em termos de gosto pessoal, o Tinto Colheita 2010 surpreendeu-me pela positiva mas todos se mostraram equilibrados. Um bom jantar, sem dúvida!

As fotos do jantar podem ser vistas no Facebook do Magnum Wine Club!

Prova Vínica Lavradores da Feitoria na Garrafeira 5 Estrelas

Paulo Ruão esteve, novamente, em Aveiro, para dar a conhecer as novas colheitas dos vinhos Lavradores da Feitoria, tendo existido a oportunidade de, igualmente, ver como estava a evolução do Meruge.

 

Provámos quase todos os vinhos a partir do Lavradores da Feitoria Branco 2016, Três Bagos Branco 2016, Sauvignon Blanc 2016 e o Rosé do mesmo ano. As novas colheitas mostraram-se, nos brancos, extremante interessantes, captando a atenção pela frescura e acidez. Os tintos estavam em grande forma com o meu, desde sempre, especial destaque a ser o Quinta da Costa 🙂

As fotos podem ser vistas no Facebook do Magnum Wine Club. E volta depressa, Paulo!

De regresso

Caros leitores deste blog/estrutura, peço-vos um pouco mais de paciência. Os ataques que o meu servidor foram alvo, com código malicioso fez desaparecer muito do conteúdo deste blog e a totalidade da informação do joaomanueloliveira.com e só agora estou a tentar recuperar. Por isso começaremos por colocar as noticias mais recentes e, à medida, darei o devido destaque a eventos passados! Fiquem bem e não se esqueçam de subscrever a newsletter!

Simplesmente… proibido faltar…

Esta semana. Sexta e Sábado. Como sempre, no último fim de semana e nas mesmas datas da Essência do Vinho. Mas é imperdível faltar!

Como referi, o evento realiza-se sexta 24 e sábado 25 (ambos os dias das 16h às 22h) e é, desde já, a quinta edição do
simplesmente… Vinho.

Nesta edição, a novidade é, desde já, mais uma mudança de casa. Eu que perdi as duas primeiras edições, posso dizer que todos os anos vou a um sítio diferente. Como garantem que “Já nos conhecem, precisamos do rio Douro, não passamos sem raízes, tradição, história, calçadas de pedra, paredes velhas, emoções novas, e simplesmente… encontramos tudo isto no Cais Novo”

Isto é, este ano não subimos a Calçada de Monchique e continuamos em frente depois da Alfândega até ao edificio do Museu do Vinho do Porto, na Rua de Monchique, o Cais Novo. E a história do espaço é ligada ao vinho, só podia. Os Pinto da Cunha, cuja origem é a Casa da Praça em Provezende, mudaram-se para lá quando vieram para o Porto em 1756, o histórico ano da demarcação Pombalina da Região do Douro. Estando a família ligada à direção da Companhia Geral da Agricultura e Vinhos do Alto Douro, os armazéns do Cais Novo foram expressamente destinados aos vinhos proveniente das sua propriedades do Alto Douro, bem como aos da poderosa Companhia criada pelo Marquês de Pombal.
Possuindo um cais próprio, simplesmente… o Cais Novo, estes armazéns foram fundamentais no contexto do enorme desenvolvimento do comércio do Vinho do Porto ao longo dos séculos XVIII e XIX. Posteriormente, o edifício albergou a Alfândega do Porto (chamada de “Massarelos”), até à construção da Alfândega Nova, em 1872.

O Conceito do evento.

Desde sempre que o simplesmente… pretende ser uma conjugação perfeita entre vinhos, petiscos, arte, música. Há uma galeria de arte com obras de artistas para venda, há concertos, há boas casas a fazer petiscos de qualidade (Joana Vieira & André Antunes – Delicatum (Braga) | Filipe Miguel Morais – Forneria de S. Pedro e Carvão | Rui Paula – DOP | Cristovão de Oliveira e Sousa – Está-se Bem | Ricardo Teixeira Coelho – chef Coelho | Ruy Leão – Shiko | Quinta do Romeu – Azeite Extra-Virgem biológico) e, é claro, há os vinhos, este ano em número recorde, aproveitando a mudança de espaço!

Por fim os pormenores: bilhete € 15 (venda exclusiva no local) com direito a copo e catálogo oficial, prova de vinhos e degustação de petiscos, exposição de arte e concerto de música ao vivo. Para quem tenha mais fome há venda de senhas de € 3 e € 5 para trocar por petiscos nos seis restaurantes participantes. A zona de restauração é… em pé. Os concertos ao vivo são sempre às 21h e sexta 24 actuam os We Are Mean Chick e no sábado 25 André Indiana.

Portanto, guardem a morada: Rua de Monchique, 120 (por cima do Museu do Vinho do Porto)
Autocarro: 500 Elétrico: 1

Os vignerons de Portugal e Espanha
España: Rías Baixas: Antonio Portela – Viños do Solpor | Miguel Alfonso – Adega Pedralonga | Ribeira Sacra: Juan e Carlos Rodriguez, Freddi Torres – Silice Viticultores | Laura Lorenzo -Daterra Viticultores | Valdeorras: José Luis Aristegui – Bodega José Aristegui | Bierzo: César Márquez Pérez | Toro: Antony Terryn -Dominio del Bendito | Ribera del Duero: Alfredo Maestro – Bodegas Alfredo Maestro | Rioja: Roberto Oliván – Tentenublo Wines | La Mancha: Victor de la Serna – Finca Sandóval | Jumilla: Julia Casado – La del terreno | Madrid: Fernando Garcia – Bodega Marañones.

Minho: Fernando Paiva – Quinta da Palmirinha | Vasco Croft – Aphros | Pablo Ruibal – Edmun do Val | Miguel Queimado – Vale dos Ares | João Camizão – Sem Igual | Rui Pires – AB Valley Wines | Tony Smith – Quinta de Covela | Diogo Teixeira Coelho – Quinta da Raza | Joana Santiago – Quinta de Santiago | Artur Meleiro – Valados de Melgaço.

Trás-os-Montes: Amílcar Salgado – Quinta de Arcossó | Tiago Martins Ribeiro – Quinta Valle Madruga.

Douro: Rita Marques – Conceito | Álvaro e João Roseira – Quinta do Infantado | Joaquim Almeida – Quinta Vale de Pios | Tiago Sampaio – Olho no Pé | Pedro Garcias – Mapa | João Menéres – Quinta do Romeu | Luis Soares Duarte – Bago de Touriga | Jorge Coutinho – Alta Pontuação | Ana Hespanhol – Quinta do Zimbro | Pedro Lencart – Quinta dos Lagares | Joana Pinhão – Somnium | João Hoelzer – Quinta de Val da Figueira | Álvaro Martinho Lopes – Mafarrico | Stéphane Ferreira – Quinta do Pôpa | Luisa Borges – Vieira de Sousa | Martijn Boer – Colinas do Douro | Pedro Sequeira – Quinta do Isaac | Manuel Teixeira – Maritávora | Pedro Coelho – Pormenor Vinhos | Duarte Calém – Quinta do Sagrado | Filipa Pizarro – duplo PR .

Bairrada: Luís Pato – Luís Pato | Mário Sérgio Nuno – Quinta das Bágeiras | Dirk Niepoort – Quinta de Baixo | Filipa Pato – Filipa Pato | François Chasans – Quinta da Vacariça | Graça Miranda – Casa de Saima | Luís Patrão – Vadio | Francisco Batel Marques – Quinta dos Abibes.

Dão: Álvaro e Maria Castro – Quinta da Pellada | António Madeira – António Madeira | João Tavares de Pina – Terras de Tavares | Carlos Ruivo – Lagar de Darei | Sara & António Lopes Ribeiro – Casa de Mouraz | Diogo Santos – Olho Gordo | Nuno do Ó – Druida | Luís Oliveira – Quinta do Carvalhão Torto | Lúcia Freitas – Quinta da Mariposa | Isabel Pinheiro – Vinho Art.

Lisboa: Pedro Marques – Vale da Capucha | Rodrigo Filipe – Humus | Christopher Price – Vinhos Cortém.

Colares: Francisco Figueiredo – Adega Regional de Colares | José Baeta – Adega Viúva Gomes.

Tejo: Rui Neves – Alveirão | Teresa Barbosa – João M Barbosa Vinhos.

Península de Setúbal: Joaquim Arnaud – Joaquim Arnaud Vinhos.

Alentejo: Miguel Louro – Quinta do Mouro | Vitor Claro – Dominó | Jorge Rosa Santos – Explicit | António Antunes – Herdade do Arrepiado Velho | Fernanda Rodrigues Herdade dos Outeiros Altos | Luis Mota Veiga – Vicentino.

Algarve: Guillaume Leroux – Monte da Casteleja.

Madeira e Açores: Filipe Santos – Primeira Paixão | Ricardo Diogo – Barbeito Madeira | António Maçanita – Azores Wine Company.

Diversas Regiões de Portugal: Luis Seabra – Cru | Márcio Lopes – Pequenos Rebentos, Proibido, Permitido | Hélder Cunha – Casca Wines.